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quinta-feira, setembro 15, 2011

VOLTANDO UM POUCO NO TEMPO (EIS AS ORIGENS DO ECOLAB E DO SNM)


II Reunião do Programa  ( Serra do Navio/Amapá, 1994)
A segunda reunião do programa, organizada  pela Coordenadoria Estadual de Meio
Ambiente do Estado do Amapá (CEMA), com o apoio do Governo do Estado do Amapá, do
Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), da
Federação das Indústrias do Amapá (FIAP), do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e do Instituto
Regional de Desenvolvimento do Amapá (IRDA). Realizou-se no período de 11 a 18 de
março de 1994. 
ƒ 12-14 março: Excursão de campo aos manguezais da Estação Ecológica da Ilha de
Maracá;
ƒ 15-17 março: reunião técnico-científica na Serra do Navio;
ƒ 18 março: Conclusão dos trabalhos.
Nesta reunião houve a apresentação dos produtos cartográficos finalizados e os primeiros
acordos para a continuidade do Programa, agora com o título de ECOLAB, coordenado pelos
pesquisadores Dra. Thereza Prost e Dr. Christian Colin, com o objetivo do estudo da dinâmica
dos manguezais nos últimos 30 anos.
Instituições Participantes:
ƒ CENPES/PETROBRAS
ƒ Coordenadoria Estadual de Meio Ambiente do Estado do Amapá (CEMA)
ƒ ENGREF
ƒ Instituto Regional de Desenvolvimento do Amapá (IRDA)
ƒ Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG)
ƒ ORSTOM – Caiena
ƒ PROMAR/UFPA
ƒ SEECE-AP
ƒ Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM)
ƒ Universidade do Suriname
ƒ Universidade Federal do Amapá
Participantes: (30 pessoas):
ƒ Antônio Carlos da Silva Farias – CEMA
ƒ Antonio Messias G. da Silva – UFAP
ƒ Baidjnath Missier Prasand – Univ. Suriname
ƒ Benedito Vitor Rabelo – CEMA
ƒ Cezar Bernardo de Souza – CEMA
ƒ Christophe Charron – ORSTOM
ƒ Christian Colin – ORTOM
ƒ Cristina do Socorro Fernandes de Senna – MPEG
ƒ Daniel Francisco Pimenta Quintas – CEMA
ƒ Denis Girou – ENGREF
ƒ Erivan Maria do Rego – SEECE-AP
ƒ Fernando Guimarães Santos – IRDA
ƒ Francinete da Silva Fagundes – CEMA
ƒ Frederic Huynh – ORSTOM
ƒ Geraldo Pereira da Silva – SUDAM
ƒ José Antonio Leite de Queiroz – CEMA
ƒ José Elias de Souza Ávila – CEMA
ƒ José Francisco Berredo Reis da Silva – MPEG
ƒ Letícia Falcão Veiga – PETROBRAS/CENPES ƒ Luis Ercílio do Carmo Faria Júnior – UFPA/PROMAR
ƒ Marco Antonio Augusto Chagas – CEMA
ƒ Maria de Fátima Galeno Cardoso – CEMA
ƒ Maria Eulália Rocha Carneiro – PETROBRAS/CENPES
ƒ Maria Fernanda Guerreiro – ESAL/MG
ƒ Maria Thereza Ribeiro da Costa Prost – MPEG
ƒ Meton Jucá Junior – CEMA
ƒ P. C. Dixit – Univ. Suriname
ƒ Pedro Walfir Martins e S. Filho – UFPA/PROMAR
ƒ Rita de Cássia P. Furtado – CEMA
ƒ Valdeci Marques Gibson - CEMA
Sessão Plenária:
ƒ Trabalhos do PROMAR (Programa de Ensino e Pesquisa em Ciência do Mar) na costa do
Amapá – Dr. Luis Ercílio do C. Faria Jr.
ƒ Aspectos da Costa do Amapá e distribuição dos manguezais – Dr. Benedito Rabelo
ƒ Os manguezais do Suriname – Dr. P. C. Dixit
ƒ Comentários sobre mapa da Costa do Suriname em escala 1:250.000 – Sr. M. Prasant
ƒ Comentários sobre mapa da Costa Nordeste do Estado do Pará: zona de Algodoal em
escala 1:250.000 – Msc. Cristina Senna.
ƒ Os trabalhos da ORSTOM em oceanografia física no programa internacional WOCE
sobre a transferência de massas e de calor no Oceano Atlântico Oeste e as correntes
superficiais a nível regional. Implicações para as mudanças globais – Dr. Christian Colin
ƒ Os trabalhos do laboratório de sensoriamento remoto: realizações e perspectivas – Dr.
Fred Huyhn
ƒ Contribuição da ENGREF para o Programa: Condições de realização das cartas
provisórias 1:250.000. Perspectivas para a fase II do programa – Dr. Denis Girou.
ƒ Os mapas da área de Kourou-Sinnamary – Christophe Charron
ƒ Pesquisas MPEG: Contexto do programa, realizações e perspectivas, conceção da legenda
cartográfica provisória – Dra. Maria Thereza Prost.
Avaliação dos trabalhos e Cronograma das atividades até o início de 1995.
O último dia de reunião foi reservado para uma avaliação dos trabalhos e produção de um
cronograma para o fim da Fase I .
Foram eleitos:
ƒ Coordenador Geral do Programa: Dr. Christian Colin (Diretor do ORSTOM-Caiena)
em substituição ao Dr. Olivier Laroussinie.
ƒ Coordenadores Locais: Dr. Benedito Rabelo (Amapá); Dra. Maria Thereza Prost
(Pará); Denis Girou e Fred Huyn (Guiana Francesa); Dr. P. Dixit (Suriname).
ƒ Decidiu-se realizar modificações nos mapas provisórios, realizados na Fase I;
ƒ Decisões para a Fase II:
¾ Áreas chaves: Kourou e Sinnamary(G. Francesa); Estuário do rio Coppername
(Suriname); Sucurijú, Maracá e Bailique (Amapá); Algodoal e Bragança (Pará).
¾ Esta fase tratará da dinâmica dos manguezais nas áreas chaves (fatores bióticos,
abiótico e impacto antrópico). A escolha da escala ficou a critério de cada equipe.
ƒ Próxima reunião do programa será em Belém (1995), liderada pelo Museu Paraense
Emílio Goeldi em parceria com outras instituições paraenses. Documentos Produzidos:
1. Publicações
ƒ Guia de Campo (Ilha de Maracá), 9 pg com mapa temático da cobertura vegetal –
Autor: Benedito Rabelo;
ƒ Abordagens sobre os manguezais do Amapá. Autores: Benedito Rabelo; Cezar
Bernardo de Souza; Marco Antônio A. Chagas; Daniel Francisco P. Quintas; José Elias de
Souza Ávila; Valdeci Marques Gibson. 16 pg.
2. Documentos Cartográficos
ƒ 7 mapas provisórios das áreas de mangues costeiros em escala 1:250.000, produzidos
na ENGREF com a colaboração do Centro ORSTOM de Caiena. Autores: M. Prasand;
M.T. Prost; C. Charron; E. Ávila; C. Senna.
¾ Suriname (1)
¾ Guiana Francesa (2)
¾ Amapá (3)
¾ Nordeste do Pará (2)
ƒ Um mapa georeferenciado em escala 1:50.000 de interpretação geomorfológica da
zona de Sinnamary-Kourou (Guiana Francesa) realizado a partir da cena SPOT do dia
24/setembro/1992 . Parceria: Imagem cedida  pela ENGREF e laboratório do Centro
ORSTOM Autores: M.T. Prost & C. Charron.
Um mapa georeferenciado da mesma área (imagem LANDSAT TM do dia 18/julho/1988) em
escala 1:50.000, realizado no Laboratório de Tratamento de Imagens  do ORSTOM de
Caiena.


Pg. 32. Seção 2. Diário Oficial da União (DOU) de 28/04/1987
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[...] Ministério da Cultura
MMINIMMINIV
diallaiNal~aN
GABINETE IX) MINISTRO
' PORTARIA N9 245, DE 27 DE ABRIL DE 1987
X) Ministro de Estado da Cultura, de acordo com o Pará grafo único do Art. 12, da Portaria Ministerial n2 284, de 17 de julho de 1986, e
tendo em vista o disposto no item VI, da Portaria SPHAN na 13, de 23 de setembro de 1986, resolve:
I - Conceder dispensa,de Membros do Comitê da Coordena dona do Sistema Nacional de Museus da Secretaria do Patrimônio HistZ rico e Artistico Nacional,aos abaixo relacionados:
01 - MARIA DE FÁT114A NASCIMENTO, representante do Esta
do do Acre;
02 - CESAR BERNARDO DE SOUZA, representante do Territó
rio Federal do Amapá;
de
AMIME OSCAR ABRAX0 representante do Estado
03 -Goiás,
PRISCILLA EULER FREIRE DE CARVALHO, representante 04 -de Minas Gerais;
do Estado
representante do
MIGUEL ANTONIO LEONI GAISSLER,
05 -Estado do Paraná;
06 MOISÉS DE ANDRADE, representante do Estado de Per
nambuco;
07 JOSÉ TARCÍSIO ROSAS, representante do Estado do /
Rio Grande do Norte;
08 - JALI MEIRINHO, representante do Estado de Santa
Catarina;
09 - MARIA SUELY DE CASTRO CAVALCANTE, representante do
Estado do Ceará; e
10 - ALMIR FARIAS RIVAS, -representante do Estado do
Amazonas.
da coordenadoria do Sis
II - Designar Membros do Comitê
Nacional de Museus da Secretaria do Patrimônio HistOrico e ArtiA tema
Nacional, com mandato de 2 (dois) anos, op abaixo relacionados:
tico
01 - ROSEMARYMARTINSDA COSTA, representante do Estado
do Acre;
02 VERA LÚCIA FERREIRA, representante do Estado
Amazonas;
representante do Territá
03 - MARCOS ROCHA DE ANDRADE,
rio Federal do Amapá;
04 - EDNA LUÍZA DE MELO TIO/EIRA, representante do Esta
do de Goiás;
05 - MANDA JúLIA DE CARVALHO LACERDA, representante do
Estado de Minas Gerais;
FONTOURA, representante do Estado
06 IVENS DE JESUS
do Paraná;
07 - BRUNO_RIBEIRO DE PAIVA, representante do Estado
de Pernambuco;
08 - IVONCÍSIO MEIRA Dá MEDEIROS, representante do Es
tado do Rio Gyande do Norte;
09 - FERNANDO ANTONIO ROMERO, representante do Estado
de Santa Catarina; e
10 - HENRIQUE JORGE DE OLIVEIRA PARREIRA, representan
te do Estado do Ceará.
CELSO FURTADO

quinta-feira, setembro 08, 2011

DEBAXO DO RIO UM RIO AINDA MAIOR


O OUTRO RIO AMAZONAS.

Pesquisadores do Observatório Nacional (ON) encontraram evidências de um rio subterrâneo de 6.000 quilômetros de extensão que corre embaixo do rio Amazonas, a uma profundidade de 4.000 metros. Os dois cursos d'água têm o mesmo sentido de fluxo - de oeste para leste -, mas se comportam de forma diferente. A descoberta foi possível graças aos dados de temperatura de 241 poços profundos perfurados pela Petrobras nas décadas de 1970 e 1980, na região amazônica. A estatal procurava petróleo.
Fluidos que se movimentam por meios porosos - como a água que corre por dentro dos sedimentos sob a Bacia Amazônica - costumam produzir sutis variações de temperatura. Com a informação térmica fornecida pela Petrobras, os cientistas Valiya Hamza, da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional, e a professora Elizabeth Tavares Pimentel, da Universidade Federal do Amazonas, identificaram a movimentação de águas subterrâneas em profundidades de até 4 mil metros.
O dados do doutorado de Elizabeth, sob orientação de Hamza, foram apresentados na semana passada no 12.º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio. Em homenagem ao orientador, um pesquisador indiano que vive no Brasil desde 1974, os cientistas batizaram o fluxo subterrâneo de rio Hamza.
Características                                          
A vazão média do rio Amazonas é estimada em 133 mil metros cúbicos de água por segundo (m3/s). O fluxo subterrâneo contém apenas 2% desse volume com uma vazão de 3.000 m3/s - maior que a do rio São Francisco, que corta Minas e o Nordeste e beneficia 13 milhões de pessoas, de 2,7 mil m3/s. Para se ter uma ideia da força do Hamza, quando a calha do rio Tietê, em São Paulo, está cheia, a vazão alcança pouco mais de 1 mil m3/s.
As diferenças entre o Amazonas e o Hamza também são significativas quando se compara a largura e a velocidade do curso d'água dos dois rios. Enquanto as margens do Amazonas distam de 1 a 100 quilômetros, a largura do rio subterrâneo varia de 200 a 400 quilômetros. Por outro lado, as águas do Amazonas correm de 0,1 a 2 metros por segundo, dependendo do local. Embaixo da terra, a velocidade é muito menor: de 10 a 100 metros por ano.
Há uma explicação simples para a lentidão subterrânea. Na superfície, a água movimenta-se sobre a calha do rio, como um líquido que escorre sobre a superfície. Nas profundezas, não há um túnel por onde a água possa correr. Ela vence pouco a pouco a resistência de sedimentos que atuam como uma gigantesca esponja: o líquido caminha pelos poros da rocha rumo ao mar.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

sexta-feira, agosto 05, 2011

ENCONTREI EM: NLSON MONTORIL - ARAMBAÉ

Onde estão os imortais amapaenses?

1
Rodrigo Cunha · Santana, AP
20/3/2006 · 7 · 1
Você sabia que existe a Academia Amapaense de Letras? Existe. E desde 21 de junho de 1952, quando foi inaugurada pelo primeiro governador do Território Federal do Amapá, Janary Gentil Nunes. A informação foi publicada no blog do historiador Edgar Rodrigues [www.edgar.rodrigues.zip.net]. Edgar também é um dos membros da Academia Amapaense de Letras que, segundo ele, desde a última composição (1988), nunca realizou uma reunião.

Na época de sua fundação, a Academia de Letras reunia os principais intelectuais da terra, como Heitor Picanço (o único ainda vivo), Antonio Munhoz, Cora de Carvalho, José Benevides, Paulo Eleutério Cavalcante, Amaury Farias, entre outros. A principal função do órgão, segundo Janary, era "participar, orientar a caminhada do povo amapaense", como consta em seu discurso, realizado na extinta Piscina Territorial, em 6 de julho de 1956 (leia o discurso na íntegra abaixo).

O governador do Território sentia-se muito satisfeito pela criação da academia e relembrava obras históricas que resgatavam a história do Amapá, tais como "História das Fortificações Construídas pelos Portugueses", de Arthur Vianna; "Verdadeiro Eldorado", de Alfredo Távora Gonçalves; "La France Equinociale", de Henry Coundreau e as próprias edições do primeiro impresso do Amapá, o "Pinzonia".

Em 31 de agosto de 1988, durante o governo de Jorge Nova da Costa, houve uma reorganização de membros da Academia Amapaense de Letras. O historiador Nilson Montoril assumira a presidência. O advogado Antonio Cabral de Castro, a professora Aracy Miranda de Montalverne, o historiador Estácio Vidal Picanço, o advogado Georgenor de Souza Franco, o historiador Dagoberto Damasceno Costa, o sociólogo Fernando Pimentel Canto e o professor Manuel Bispo Correa assumiram o novo silogeu.

Segundo Edgar Rodrigues, a academia se encontra inativa e toda a documentação continua nas mãos de Nilson Montoril que desde 1988 não teria organizado nenhuma reunião cultural.

Falta de interesse
Segundo Nilson Montoril, presidente da Academia Amapaense de Letras e ocupante da cadeira número dez, de patrono Francisco Torquato de Araújo (pai de Nilson), o que existe é a falta de interesse. O presidente ainda explica que a falta de reunião entre os membros da Academia Amapaense de Letras se deu pela falta de corporativismo em manter a instituição viva. "Quando a professora Aracy Mont'Alverne e o Hélio Pennafort eram vivos, e o Dom Luís Soares Vieira ainda estava aqui, nós reuníamos. Depois, nunca mais houve reuniões entre os membros", afirma.

Em 1988, foram nomeados 21 membros. A idéia inicial era seguir o padrão francês, com 40 sócios. Mas preferiu-se deixar para preencher posteriomente. Dos que tomaram posse neste ano, sete já morreram e três se mudar para outros Estados. Entre os que faleceram estão: Aracy Mont'Alverne, Hélio Pennafort, padre Jorge Basile, Estácio Vidal Picanço, Arthur Marinho e Isnard Lima. Os três que não estão mais no Amapá, são Dom Luís Soares Vieira, Dagoberto Damasceno Costa e Georgenor de Souza Franco.

Até hoje, a academia não possui sede. Houve a idéia de transformar o prédio do antigo Fórum de Macapá em um centro cultural, onde se locaria a Academia Amapaense de Letras e o Instituto Histórico e Cultural do Amapá, que também não possui sede. Mas com a posse do governador Gilton Garcia, em 1990, que também foi membro da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe, cedeu o prédio para a OAB/AP.

Nessa época, as reuniões dos membros aconteceram no Conselho de Educação, quando Nilson Montoril era presidente desta instituição, e depois na casa do historiador.

O professor explica que há interesse em resgatar a academia e o instituto por parte do Estado, que solicitou ao Conselho de Cultura analisar as atuais condições desses órgãos. "O órgão está todo legalizado, tenho todas as documentações, incluindo o estatuto. Caso venhamos em breve reativar a academia, é só publicar o edital, convidar todos que tenham interesse em participar, receber o currículo com a proposta de ingresso e organizar uma comissão de seleção", explica Nilson Montorial, que planeja convidar pessoas jovens para participar da academia, mesclando com a 'velha guarda'.

Discurso de Janary Nunes
Senhor presidente, senhores membros, excelentíssimas senhoras, senhores.

O Amapá é uma idéia em marcha para o porvir, é um sonho que se realiza a cada instante. Debruçado entre o Oiapoque e o Jarí no maciço guiano, cuja idade é da formação da terra, contempla na direção do nascente a imensidão do oceano e ao sul do gigantesco Amazonas, que liga os Andes ao mar vislumbrando seu destino universal. A história da incorporação de seu solo à pátria, é o mais inteligente e o mais perseverante capitulo do livro de outro escrito pela diplomacia luso-brasileira na fixação das nossas fronteiras.

O Amapá merece assim uma academia, cujos membros sejam os garimpeiros de suas pedras preciosas ainda por descobrir, nesse cascalho rico que é o seu passado, nossa mina que é a sua natureza. Surpreende-nos entretanto, senhores acadêmicos, a honra demasiada que nos concedem, escolhendo-nos membros honorários de vossa sociedade. Não encontramos frases apropriadas para exprimir nossa gratidão a esse gesto que nos cativa eternamente.

Desejamos que a Academia Amapaense de Letras, constituída de homens de cultura, acompanhe, participe e oriente a caminhada que o vosso povo vai trilhar. Os acadêmicos têm sido alvo de críticas nem sempre justas e serenas. Acusam-nos de esterilidade, de limitação à rebeldia criadora, de cenáculo vaidoso onde se esfria a chama sagrada da beleza.

Mas tantas já foram as graças de Deus derramadas sobre esta terra, que as nossas esperanças se animam e dão-nos a certeza de que a Academia Amapaense de Letras formará um ambiente propício aos altos remígios do Espírito. O Amapá é um convite irresistível aos que possuem sensibilidade e aptidão para traduzir em palavras o que sentem.

Antes da criação do Território, Aurélio Buarque escreveu interessante ensaio intitulado AMAPÁ. Alfredo Távora Gonçalves levou-nos o VERDADEIRO ELDORADO. Mário da Veiga Cabral nas edições de sua COROGRAFIA BRASILEIRA, divulgou episódios da formação da fronteira setentrional. Arthur Vianna fez a HISTÓRIAS DAS FORTIFICAÇÕES CONSTRUÍDAS PELOS PORTUGUESES. Palma Muniz, através dos ANAIS DA BIBLIOTECA E ARQUIVO PÚBLICO DO PARÁ, deu-nos a HISTÓRIA DOS MUNICÍPIOS DE MACAPÁ, MAZAGÃO E MONTENEGRO. Jorge Hurley mostrou a participação de Macapá e Mazagão na Cabanagem. Emílio Goeldi situou as cerâmicas do Cunani e do Maracá. O general Rondom imprimiu RODOVIA MACAPÁ/CLEVELÃNDIA. Alexandre Vaz Tavares e Acelino de Leão cantaram as belezas de seu torrão natal. Pedro de Moura e Josalfredo Borges divulgaram elementos básicos de nossa geologia. Dois cientistas franceses publicaram volumosos ENSAIOS SOBRE A GUIANA BRASILEIRA. Henry Coundreau com LA FRANCE EQUINOCIALE e Brousseau com LES RICHESSES DE LA GUYANE FRANÇAISE.

Macapá teve um jornal impresso: PINSONIA. Eis a obra em resumo de algumas famosas personalidades amapaenses ou que passaram por aqui deixando sua marca intelectual.

Aguardam divulgação os estudos de Álvaro da Cunha, Alceu Magnani e Lucio de Castro Soares. Ainda não foram descritas como merecem, no seu heroísmo anônimo a existência do balateiro, esses caboclos indômitos que munidos de um pouco de sal, jabá e farinha, embrenham-se na mata, somem e desaparecem na floresta para voltarem meses após, maltrapilhos e doentes. Eis senhores acadêmicos, alguns temas que pedem livros e mais livros. A cultura de um povo só se conquista acumulando experiências, somando conhecimentos, multiplicando pesquisas. Alcançaremos a meta que aspiramos.

Pioneiros da segunda metade do século XX, lutemos para fazer do Amapá, desta terra generosa e deste povo amigo, um conjunto amigo e feliz, onde não falte a crença que constrói nem a beleza e nem o amor.

Transcrito do jornal "O Amapá", de 6 de julho de 1953

ENCONTREI EM: NLSON MONTORIL - ARAMBAÉ

Onde estão os imortais amapaenses?

1
Rodrigo Cunha · Santana, AP
20/3/2006 · 7 · 1
Você sabia que existe a Academia Amapaense de Letras? Existe. E desde 21 de junho de 1952, quando foi inaugurada pelo primeiro governador do Território Federal do Amapá, Janary Gentil Nunes. A informação foi publicada no blog do historiador Edgar Rodrigues [www.edgar.rodrigues.zip.net]. Edgar também é um dos membros da Academia Amapaense de Letras que, segundo ele, desde a última composição (1988), nunca realizou uma reunião.

Na época de sua fundação, a Academia de Letras reunia os principais intelectuais da terra, como Heitor Picanço (o único ainda vivo), Antonio Munhoz, Cora de Carvalho, José Benevides, Paulo Eleutério Cavalcante, Amaury Farias, entre outros. A principal função do órgão, segundo Janary, era "participar, orientar a caminhada do povo amapaense", como consta em seu discurso, realizado na extinta Piscina Territorial, em 6 de julho de 1956 (leia o discurso na íntegra abaixo).

O governador do Território sentia-se muito satisfeito pela criação da academia e relembrava obras históricas que resgatavam a história do Amapá, tais como "História das Fortificações Construídas pelos Portugueses", de Arthur Vianna; "Verdadeiro Eldorado", de Alfredo Távora Gonçalves; "La France Equinociale", de Henry Coundreau e as próprias edições do primeiro impresso do Amapá, o "Pinzonia".

Em 31 de agosto de 1988, durante o governo de Jorge Nova da Costa, houve uma reorganização de membros da Academia Amapaense de Letras. O historiador Nilson Montoril assumira a presidência. O advogado Antonio Cabral de Castro, a professora Aracy Miranda de Montalverne, o historiador Estácio Vidal Picanço, o advogado Georgenor de Souza Franco, o historiador Dagoberto Damasceno Costa, o sociólogo Fernando Pimentel Canto e o professor Manuel Bispo Correa assumiram o novo silogeu.

Segundo Edgar Rodrigues, a academia se encontra inativa e toda a documentação continua nas mãos de Nilson Montoril que desde 1988 não teria organizado nenhuma reunião cultural.

Falta de interesse
Segundo Nilson Montoril, presidente da Academia Amapaense de Letras e ocupante da cadeira número dez, de patrono Francisco Torquato de Araújo (pai de Nilson), o que existe é a falta de interesse. O presidente ainda explica que a falta de reunião entre os membros da Academia Amapaense de Letras se deu pela falta de corporativismo em manter a instituição viva. "Quando a professora Aracy Mont'Alverne e o Hélio Pennafort eram vivos, e o Dom Luís Soares Vieira ainda estava aqui, nós reuníamos. Depois, nunca mais houve reuniões entre os membros", afirma.

Em 1988, foram nomeados 21 membros. A idéia inicial era seguir o padrão francês, com 40 sócios. Mas preferiu-se deixar para preencher posteriomente. Dos que tomaram posse neste ano, sete já morreram e três se mudar para outros Estados. Entre os que faleceram estão: Aracy Mont'Alverne, Hélio Pennafort, padre Jorge Basile, Estácio Vidal Picanço, Arthur Marinho e Isnard Lima. Os três que não estão mais no Amapá, são Dom Luís Soares Vieira, Dagoberto Damasceno Costa e Georgenor de Souza Franco.

Até hoje, a academia não possui sede. Houve a idéia de transformar o prédio do antigo Fórum de Macapá em um centro cultural, onde se locaria a Academia Amapaense de Letras e o Instituto Histórico e Cultural do Amapá, que também não possui sede. Mas com a posse do governador Gilton Garcia, em 1990, que também foi membro da Ordem dos Advogados do Brasil em Sergipe, cedeu o prédio para a OAB/AP.

Nessa época, as reuniões dos membros aconteceram no Conselho de Educação, quando Nilson Montoril era presidente desta instituição, e depois na casa do historiador.

O professor explica que há interesse em resgatar a academia e o instituto por parte do Estado, que solicitou ao Conselho de Cultura analisar as atuais condições desses órgãos. "O órgão está todo legalizado, tenho todas as documentações, incluindo o estatuto. Caso venhamos em breve reativar a academia, é só publicar o edital, convidar todos que tenham interesse em participar, receber o currículo com a proposta de ingresso e organizar uma comissão de seleção", explica Nilson Montorial, que planeja convidar pessoas jovens para participar da academia, mesclando com a 'velha guarda'.

Discurso de Janary Nunes
Senhor presidente, senhores membros, excelentíssimas senhoras, senhores.

O Amapá é uma idéia em marcha para o porvir, é um sonho que se realiza a cada instante. Debruçado entre o Oiapoque e o Jarí no maciço guiano, cuja idade é da formação da terra, contempla na direção do nascente a imensidão do oceano e ao sul do gigantesco Amazonas, que liga os Andes ao mar vislumbrando seu destino universal. A história da incorporação de seu solo à pátria, é o mais inteligente e o mais perseverante capitulo do livro de outro escrito pela diplomacia luso-brasileira na fixação das nossas fronteiras.

O Amapá merece assim uma academia, cujos membros sejam os garimpeiros de suas pedras preciosas ainda por descobrir, nesse cascalho rico que é o seu passado, nossa mina que é a sua natureza. Surpreende-nos entretanto, senhores acadêmicos, a honra demasiada que nos concedem, escolhendo-nos membros honorários de vossa sociedade. Não encontramos frases apropriadas para exprimir nossa gratidão a esse gesto que nos cativa eternamente.

Desejamos que a Academia Amapaense de Letras, constituída de homens de cultura, acompanhe, participe e oriente a caminhada que o vosso povo vai trilhar. Os acadêmicos têm sido alvo de críticas nem sempre justas e serenas. Acusam-nos de esterilidade, de limitação à rebeldia criadora, de cenáculo vaidoso onde se esfria a chama sagrada da beleza.

Mas tantas já foram as graças de Deus derramadas sobre esta terra, que as nossas esperanças se animam e dão-nos a certeza de que a Academia Amapaense de Letras formará um ambiente propício aos altos remígios do Espírito. O Amapá é um convite irresistível aos que possuem sensibilidade e aptidão para traduzir em palavras o que sentem.

Antes da criação do Território, Aurélio Buarque escreveu interessante ensaio intitulado AMAPÁ. Alfredo Távora Gonçalves levou-nos o VERDADEIRO ELDORADO. Mário da Veiga Cabral nas edições de sua COROGRAFIA BRASILEIRA, divulgou episódios da formação da fronteira setentrional. Arthur Vianna fez a HISTÓRIAS DAS FORTIFICAÇÕES CONSTRUÍDAS PELOS PORTUGUESES. Palma Muniz, através dos ANAIS DA BIBLIOTECA E ARQUIVO PÚBLICO DO PARÁ, deu-nos a HISTÓRIA DOS MUNICÍPIOS DE MACAPÁ, MAZAGÃO E MONTENEGRO. Jorge Hurley mostrou a participação de Macapá e Mazagão na Cabanagem. Emílio Goeldi situou as cerâmicas do Cunani e do Maracá. O general Rondom imprimiu RODOVIA MACAPÁ/CLEVELÃNDIA. Alexandre Vaz Tavares e Acelino de Leão cantaram as belezas de seu torrão natal. Pedro de Moura e Josalfredo Borges divulgaram elementos básicos de nossa geologia. Dois cientistas franceses publicaram volumosos ENSAIOS SOBRE A GUIANA BRASILEIRA. Henry Coundreau com LA FRANCE EQUINOCIALE e Brousseau com LES RICHESSES DE LA GUYANE FRANÇAISE.

Macapá teve um jornal impresso: PINSONIA. Eis a obra em resumo de algumas famosas personalidades amapaenses ou que passaram por aqui deixando sua marca intelectual.

Aguardam divulgação os estudos de Álvaro da Cunha, Alceu Magnani e Lucio de Castro Soares. Ainda não foram descritas como merecem, no seu heroísmo anônimo a existência do balateiro, esses caboclos indômitos que munidos de um pouco de sal, jabá e farinha, embrenham-se na mata, somem e desaparecem na floresta para voltarem meses após, maltrapilhos e doentes. Eis senhores acadêmicos, alguns temas que pedem livros e mais livros. A cultura de um povo só se conquista acumulando experiências, somando conhecimentos, multiplicando pesquisas. Alcançaremos a meta que aspiramos.

Pioneiros da segunda metade do século XX, lutemos para fazer do Amapá, desta terra generosa e deste povo amigo, um conjunto amigo e feliz, onde não falte a crença que constrói nem a beleza e nem o amor.

Transcrito do jornal "O Amapá", de 6 de julho de 1953

sábado, julho 23, 2011



Leticia à sombra da jaboticabeira no quintal da D.Yolanda. A partir dessa ilustração possivelmente ilustraremos todas as demais postagens que fizermos no blog. Vamos ver se vai mesmo!  

segunda-feira, julho 11, 2011

CRISTOVÃO: O GIGANTE DO SERTÃO

SEBASTIÃO CRISTOVÃO – GIGANTE DO SERTÃO.
César Bernardo de Souza - julho/2011


Esse rapaz existe, mora em algum lugar do estado de Alagoas, dia desses a televisão exibiu uma reportagem sobre sua história de vida. Esse rapaz de 21 anos e 2,37 metros de altura deseja estudar medicina veterinária para cuidar melhor dos cães de rua. Quer vê-los livres, mas saudáveis.

Na extensão do que assistia quis fazer um paralelo existencial entre o ser humano e o animal, segundo maior ou menor necessidade que um e outro tem de confiar no meio e no ambiente em que vive.

Inicialmente humanos e animais se equivalem quando nunca escolhem nascer. Nasceram da liberdade ou casualidade dos pais, sem consulta.

Daí em diante é só diferença, não se equivalem aos cuidados que vão receber de terceiros – pai e mãe especialmente.

Os animais dependerão muito mais do instinto, não podem escolher ou pedir cuidados de ninguém. Seguirá cada qual a lei procriativa, da evolução natural. Os animais em geral, especialmente os não urbanos, enfrentarão a natureza com sucessos e fracassos, sobrevivendo ou indo à extinção.

O humano recém-nascido deixado à própria sorte não sobrevive, em o conseguindo terá hábitos animais apesar da genética. Há registros de casos assim, não de Rômulo e Remo em Roma, mas na India, de Amala e Kamala criadas por loba.  

A criança nasce, portanto, da relação de dependência que se estabelece com a mãe antes mesmo de vir à luz. Logo, a confiança é o primeiro grande passo a ser dado na estrada de confiança que se estende desde o inicio até o fim da vida. Boa e sadia infância e juventude depende essencialmente do como e em quem confiar, regra de sobrevivência que requer bons pais e ambiente de convivência. Nesses períodos da vida humana não pode haver quebra da confiança de que necessitam (e se nutrem) as crianças, em havendo essas perderão liberdade, instinto, amadurecimento.

Mas isso não é coisa só de criança, confiança é do que depende os humanos vida a fora, dia após dia, hora após hora. Depende-se de terceiros para tudo na vida, em muitos casos esses terceiros significando milhares de pessoas articuladas para materializar a cadeia alimentar, habitacional, educacional, religiosa, trabalhista, de locomoção, saúde, segurança, etc. (“nenhum homem é uma ilha”).

Pode ser essa a extensão da história de vida do “gigante do sertão”, vez que Cristovão não escolheu nascer, foi abandonado pelos pais biológicos, depois pela mãe adotiva quando já tinha 13 anos, a seguir adotado pela enfermeira que o cuidou e agora é a mãe que lhe incute a necessária confiança para sobreviver e sonhar cuidar dos cães de rua, que também não escolheram nascer.      


sexta-feira, abril 29, 2011

RADIO 102.9 FM - DEBATE POSITIVO -

30 ABRIL – D. POSITIVO




EDITORIAL:



História

O primeiro lugar de culto no local onde hoje se encontra a Abadia de Westminster foi fundado no ano 616 após um pescador do Rio Tamisa ter tido uma visão de São Pedro. Na década de 970, São Dunstan da Cantuária fundou no local uma comunidade de Monges Beneditinos mas só entre os anos de 1045 e 1050 é que foi construída a abadia em pedra pelo Rei Eduardo, o Confessor, que aqui foi enterrado após a sua morte. A abadia foi consagrada em 28 de dezembro de 1065.

O Rei Henrique III modificou a Abadia, adoptando um estilo gótico anglo-francês, mas as obras só terminaram no reinado de Ricardo II. Em 1503, Henrique VII adicionou uma capela dedicada à Abençoada Virgem Maria.

Em 1534, Henrique VIII aprova o Acto de Supremacia pelo qual separa a Igreja de Inglaterra da Igreja Católica e entre 1538 e 1541 levou a cabo a Supressão dos Mosteiros em Inglaterra, Gales e Irlanda, confiscando as suas propriedades. Nessa altura, a Abadia de Westminster era a segunda mais próspera de Inglaterra a seguir à Abadia de Glastonbury, com um rendimento anual entre as £2400,00 e as £2800. Em 1540 deu à Abadia o estatuto de catedral, estabelecendo a diocese de Westminster.

Durante o Reinado da Católica Maria I, a Abadia foi devolvida aos Beneditinos que voltaram a ser expulsos durante o reinado de Isabel I. Esta transformou-a na Colegiada de São Pedro, directamente dependente da Coroa e não do Bispado, sendo assim uma Royal Peculiar.

As duas torres da abadia foram erguidas entre 1722 e 1745 e projetadas por Nicholas Hawksmoor. Até ao século XIX a Abadia era o terceiro estabelecimento de ensino superior em Inglaterra, após Oxford e Cambridge. Nesta Abadia foi concretizada a tradução de parte da Bíblia do Rei James.

Ao longo dos séculos tem tido um papel relevante na história da Inglaterra e do Reino Unido, como palco de inúmeras coroações e casamentos reais. Muitos monarcas britânicos e membros da família real estão sepultados na Abadia.

Lá esta enterrado o corpo do famoso físico inglês Sir Isaac Newton e do escritor e naturalista britânico, autor da Teoria de Seleção Natural, Charles Darwin.

Os monarcas do Reino Unido têm sido consagrados na Abadia de Westimisnter desde a coroação de Haroldo II de Inglaterra, (exceto Eduardo V e Eduardo VIII que não tiveram cerimônia de coroação).

Poucas vezes um monarca foi coroado fora desta abadia, sendo que Henrique III não pode ser consagrado aqui devido a tomada da cidade de Londres pelo rei Luís VIII de França e teve de ser coroado na Catedral de Gloucester.

Tradicionalmente o monarca a ser coroado toma assento no Trono de Eduardo, o Confessor e quem preside a cerimônia é o Arcebispo da Cantuária. O Trono de Eduardo está no interior da abadia desde 1308, porém os reis da Escócia eram coroados na Pedra de Scone.

O rei Henrique III reconstruiu o a abadia em honra de Eduardo, o Confessor cujas relíquias foram guardadas em seu túmulo no interior da abadia. Henrique III também foi sepultado na abadia e posteriormente todos os monarcas da Inglaterra foram sepultados aqui (entretanto, alguns foram sepultados na Capela de São Jorge (Castelo de Windsor) no Castelo de Windsor. O rei Jorge II da Grã-Bretanha foi o último monarca a ser enterrado na abadia em 1760; desde então os monarcas têm sido enterrados na Capela de São Jorge (Castelo de Windsor) no Castelo de Windsor. No total, 17 monarcas estão sepultados nesta necrópole real convertida em mausoléu nacional com mais de 3.000 túmulos de algumas das figuras britânicas mais famosas em todos os âmbitos, de Isaac Newton a Laurence Olivier, passando por Charles Dickens e Charles Darwin.





ANIVERSARIANTES DO DIA:

-02/05 – Danilo Bernardo de Souza (meu filho)

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MIKAEL





O Anjo MIKAEL ajuda a viajar em segurança. Influencia os empresários, a alta sociedade e faz descobrir as conspirações e desordens da vida política ou social.



Quem nasce sob a influência do anjo MIKAEL será conhecedor de técnicas e meios para manter as grandes empresas, distinguindo-se por sua grande diplomacia. Terá proteção intensa de seu anjo guardião, sendo digno, elevado, inspirado e incorruptível. Poderá ser confidente de cidadãos de alto prestígio social, econômico ou político e colaborar fielmente com qualquer pessoa que tenha por objetivo melhorar a sociedade. Será popular, querido das pessoas mais humildes e atacará as pessoas maldosas e tratantes. Sua mensagem é sempre de otimismo e fé, irradiando sua energia cósmica em confiança, inspiração e criatividade. Deverá ter cuidado em resolver tudo sem presunção, atendendo sempre ao bom senso. Sua condição de vida será sempre benéfica, pois é grande o brilho e a intensidade de sua luz.



Categoria: Virtudes Príncipe: Raphael Protege os dias: 30/04 - 12/07 - 23/09 - 05/12 - 16/02 Número de sorte: 11 Mês de mudança: novembro

Carta do tarô: A força Esteve presente na Terra: das 0h a 0h20



Salmo: 120



Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele me ouviu. Senhor, livra-me dos lábios mentirosos e da língua enganadora. Que te será dado, ou que te será acrescentado, língua enganadora? Flechas agudas do valente, com brasas vivas de zimbro! Ai de mim, que peregrino em Meseque, e habito entre as tendas de Quedar! Há muito que eu habito com aqueles que odeiam a paz.

Eu sou pela paz; mas quando falo, eles são pela guerra. AMÉM!





ABRAÇOS:

ELIEZER

POLICIAIS CIIVIS E ILITARES NO TRANCO

PIERRE – TADEU – DRA. TEREZA – DR.DALTO – ADRIANA – EDUARDO – MUNHOZ – CAMILOE TURMA - FERNANDO – TITO – DANLO ... PELO SÁBADO PASSADO.

MANCA E DIONE

D. CCILDA E CONSOLA

DR. FERNANDO – CLAUDIO LEÃO – DR. AFONSO. DR. JOÃO CANCIO.





COMENTÁRIOS:



. CARAMUJOS AFRICANOS (GIGANTES)

. D. PEDRO

. BURAOS EM VIAS DE ACESSO A HOSPITAIS.

. POÇOS AMAZONICOS NO PÓS ENCHENTE: PERIGO.

. TITO NUNES

. CASAMENTO REAL ..







O Caramujo-gigante-africano (de nome científico Achatina fulica) é um molusco da classe Gastropoda, de concha cônica marrom ou mosqueada de tons claros. Nativo no leste-nordeste da África, foi introduzido no Brasil em 1988 visando ao cultivo e comercialização do escargot.[1]



Características biológicas da espécie

Os adultos da espécie atingem até 18 cm de comprimento de concha e pesam até 500 g. No sudoeste do Brasil, eles chegam no máximo a 10 cm de concha e 100 g de peso total. Os jovens possuem as mesmas características de concha dos adultos.É uma espécie extremamente prolífica, alcançando a maturidade sexual aos 4 ou 5 meses. A fecundação é mutua pois os indivíduos são hermafroditas e podem realizar até cinco posturas por ano, podendo atingir de 50 a 400 ovos por postura. É ativa no inverno, resistente ao frio hibernal e à seca. Normalmente passa o dia escondido e sai para se alimentar e reproduzir à noite, ou durante e logo após as chuvas. A tonalidade do corpo é cinza-escuro e as conchas possuem faixas de coloração variável, de castanho até levemente arroxeado. Os ovos são um pouco maiores que uma semente de mamão, e possuem coloração branco-leitosa ou amarelada.

Introdução ao Brasil

Presente em diversas partes do planeta, o caramujo Achatina fulica foi introduzido ilegalmente no Brasil inicialmente no estado do Paraná na década de 1980 como alternativa econômica ao escargot (Helix aspersa) por um servidor da Secretaria de Agricultura.

A segunda introdução teria ocorrido no Porto de Santos por um servidor público em meados da década de 90, que montou um heliciário na Praia Grande, no qual promovia cursos de final de semana. O fracasso das tentativas de comercialização levou os criadores, por desinformação, a soltar os caramujos nas matas. Como se reproduz rapidamente e não possui predadores naturais no Brasil, tornou-se uma praga agrícola e pode ser encontrado em praticamente todo o país, inclusive nas regiões litorâneas.[2]

Achatina e a Saúde Pública

Esse caramujo pode transmitir ao ser humano o verme Angiostrongylus cantonensis causador de meningite, por ser o hospedeiro natural dele.[1] Esse tipo de meningite ocorre principalmente na Ásia, porém, há notificação de casos em Cuba, Porto Rico e Estados Unidos. Apesar disso, são baixas as chances de essa doença se instalar no país. O Achatina também transmite o parasita Angiostrongylus costaricensis[1], angiostrongilose abdominal, que ocorre desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina.

Para combater o Achatina fulica, inicialmente é necessário identificar corretamente o caramujo africano para que não haja qualquer confusão com as espécies nativas, posteriormente o exemplar deve ser pego com luva ou saco plástico para evitar o contato direto com ele, e deve ser colocado sal ou cloro sobre o mesmo; também pode-se esmagá-lo, e não se deve esquecer de destruir seus ovos no solo com uma vassoura de grama. Quando chove muito numa região infestada, é comum observarmos os caramujos subindo as paredes, sendo, então, uma boa oportunidade para destruí-los. É preciso observar o local que foi infestado por eles por pelo menos três meses para verificação das reinfestações.[carece de fontes?] O combate químico com o uso de pesticidas não é indicado, pois o produto pode contaminar o solo, a água e até o lençol freático, podendo, assim, levar a intoxicação dos animais e do ser humano, além disso, o molusco pode ser resistente a vários pesticidas.[4]

A criação do Achatina fulica no Brasil foi considerada "de risco". Se adaptou muito bem às condições do país criando gerações sem controle em ambiente silvestre. Vários criadores soltaram espécimes na natureza, gerando uma situação de risco biológico por sua prolificidade. Quando criados sob controle, não oferecem riscos à saúde. Têm carne saborosa de paladar requintado mas, se contaminados, podem disseminar processos patológicos graves





Redação AmbienteBrasil

O Ibama, através da Instrução Normativa número 73, lançada na semana passada, proibiu a criação e comercialização de moluscos terrestres da espécie Achatina fulica, bem como de seus ovos. A IN também se aplica aos demais moluscos exóticos introduzidos ou criados sem a autorização do órgão ambiental federal competente.

De acordo com o biólogo e coordenador geral de Fauna do Ibama, André Deberdt, o caramujo da espécie Achatina fulica, também conhecido como caramujo-gigante-africano, é nativo do Nordeste da África, e foi introduzido ilegalmente no país na década de 80, como uma alternativa para a criação de escargot. “Com a insatisfação dos criadores e fugas acidentais, os moluscos foram se dispersando. Hoje, eles estão em praticamente todos os estados do país”, afirma Deberdt.

Assim, o que inicialmente seria capaz de representar um ganho para a economia, a partir do interesse gastronômico que a espécie poderia despertar, tornou-se, na prática, um grande problema. O também chamado falso-escargot não vingou comercialmente e o gigante-africano, agora, concorre com as espécies nativas e ocupa ambientes urbanos e rurais de forma agressiva. Segundo Deberdt, os caramujos exóticos atacam culturas agrícolas e pomares, e já são considerados uma praga. “A reprodução desses moluscos é rápida, e eles resistem bem às variações climáticas”, diz o biólogo. Por esse motivo, é difícil controlar a proliferação da espécie.

O Achatina fulica é classificado pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, na sigla em inglês) como uma das 100 piores espécies exóticas invasoras no mundo.

Estuda-se a possibilidade de que o caramujo – também chamado de acatina – venha a transmitir uma doença, a angiostrongilíase, que pode ser abdominal ou meningoencefálica. A primeira pode resultar em morte por perfuração intestinal e hemorragia abdominal. Já a segunda, que ataca o cérebro, possui como sintomas dor de cabeça forte e constante, rigidez na nuca e distúrbios do sistema nervoso. A doença é transmitida através do contato com o muco do caramujo. Entretanto, André Deberdt assegura que não existem casos confirmados no Brasil da doença.

Para que o caramujo não procrie e se espalhe ainda mais pelo país, a IN autoriza os órgãos ambientais federais, estaduais e municipais, bem como as organizações não governamentais com experiência na área, a implementar medidas de controle, coleta e eliminação das acatinas. Além disso, o Ibama estipulou um prazo de 60 dias, a partir da data de publicação do documento – 22 de agosto – para que os criadores entreguem ao órgão os exemplares de Achatina fulica. “Quem descumprir a lei pagará uma multa de 5 mil a 2 milhões”, avisa Deberdt.

O Núcleo de Estudos do Comportamento Animal – NEC, do curso de Biologia da PUC do Paraná, estuda desde 2002 as acatinas, com uma abordagem mais local sobre a espécie. “Primeiramente, vamos a campo e procuramos os locais de ocorrência do molusco, o que come, como interage e a sua quantidade”, afirma Marta Fischer, bióloga, professora e pesquisadora. Após colhidas as informações, estudos são feitos em laboratório, para avaliar dados como a fertilidade dos caramujos, por exemplo. As pesquisas já resultaram na publicação de quatro trabalhos e hoje voltam-se, justamente, à busca de formas de controle da proliferação do molusco.

Marta alerta para a grande confusão que é feita comumente no litoral do Paraná entre os caramujos-gigantes-brasileiros e os caramujos-gigantes-africanos: “Por falta de informação, acabam matando o caramujo do Brasil, que está em extinção”, lamenta a bióloga, pregando, como melhores caminhos, a educação ambiental e a separação dos indivíduos por um profissional capacitado. A diferença entre as duas espécies está na cor: a acatina é mais escura que o caramujo brasileiro.



Feijão-de-corda pode ser ‘arma’ contra câncer de mama, mostra pesquisa

Cientistas da Universidade de Brasília (UnB) encontraram uma substância no feijão-de-corda capaz de tratar o câncer de mama. A descoberta pode ser o ponto inicial para um medicamento que reduza os efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia.

Segundo o estudo, molécula encontrada no grão – chamada BTCI – mata as células cancerígenas sem afetar as sadias. “Ela causa a fragmentação do material genético e altera outras organelas citoplasmáticas das células do câncer”, disse a pesquisadora Sônia Freitas, uma das responsáveis pela descoberta.

A pesquisa durou quatro anos e foi divulgada na revista “Cancer Letter”, publicação internacional sobre descobertas relacionadas à doença. O método utilizado foi o da observação in vitro, em que linhagens de células cancerígenas foram expostas à BTCI.

Os testes em humanos e o desenvolvimento do novo tratamento devem acontecer nos próximos anos. “Provavelmente será um tratamento via oral ou endovenoso, já que a substância é consumida naturalmente pela população”, disse a pesquisadora.



quinta-feira, abril 28, 2011

ÓTIMO ARTIGO

GAZETA DE ALAGOAS.


A violência silenciosa e consentida


JOSÉ LUCIANO DOS SANTOS *

Assim como há a duvidosa distinção entre drogas lícitas e ilícitas, há também outra classificação, silenciosa, separando a violência em não consentida e consentida. A primeira trata-se da agressão urbana, causadora do repúdio social. A segunda é a violência corriqueira, vista como banal e presente em nossas escolas.

E quando nos referimos aos atos violentos nas escolas, não estamos falando daqueles atos motivados pelo tráfico e uso de drogas - tão marcantes nos dias atuais -, pois este tipo de violência enquadra-se naquela que é reprovada. Estamos aqui tratando da agressão à diferença, da intolerância ao modo de ser e de viver do outro. Em síntese: falamos do bullying. Mas alguém poderia dizer que este também é combatido. Sim, de fato, é. Porém tão somente quando os casos são de extrema gravidade, e com consequências dolorosas. Na maioria dos casos, o bullying nas escolas é permitido de maneira complacente. Tratar o outro como gordinho, baixinho, cabeçudo, “mulherzinha”, “neguinho”, “nerd”, não é combatido como deveria pelos educadores e pela instituição cuja missão é educar para a vida na tolerância e na diversidade. Muitas vezes a questão é abordada como brincadeira de crianças e adolescentes, como se aquilo não causasse dor e revolta nas vítimas.

A escola, como um dos aparelhos reprodutores de ideologia, tanto pode educar alguém ou destruí-lo para sempre. Pode ser um templo do saber, gerador de vida, ou uma masmorra que conserva pessoas condenadas à morte social. A escola concede a vida quando ecoa ideologias provocadoras de verdadeira humanização; condena à morte, quando reproduz preconceitos. Enquanto a violência da intolerância à diferença perpassar sutilmente nossas instituições de ensino, muito atiradores, como o rapaz do Realengo, estarão sendo nutridos como uma fera, que adiante irá devorar inocentes.

Jesus, certa vez, disse que não cometemos homicídio somente quando sacamos alguma arma e tiramos a vida do próximo. Todas as vezes que olhamos o outro como um louco ou um idiota, já o matamos (cf. Mt 5,21s). Wellington, o rapaz do Realengo, portador de transtornos mentais, poderia ter sido diagnosticado e protegido por aqueles cuja função era educá-lo. Pelo contrário, foi sendo assassinado aos poucos, quando ouvia piadas e xingamentos, quando teve sua cabeça colocada em um vaso sanitário e lhe deram descarga. Até o dia em que ele mesmo terminou esse processo, infelizmente levando consigo inocentes.

Nada justifica o assassinato daquelas crianças. No entanto, a tragédia no Rio revela uma sociedade doente, incapaz de enxergar a si mesma, e perceber que a violência silenciosa e consentida fabrica os nossos próprios algozes.

(*) É diácono.



segunda-feira, abril 25, 2011

RADIO 102.9 FM - DEBATE POSITIVO -

23 ABRIL – D. POSITIVO


APRESENTAÇÃO: CÉSAR BERNARDO E ANTONIO MUNHOZ LOPES.

EDITOIAL:



DO LIVRO DO PROFETA ISAIAS.



13Ei-lo, o meu Servo será bem-sucedido; sua ascensão será ao mais alto grau. 14Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo — tão desfigurado ele estava que não parecia ser um homem ou ter aspecto humano —, 15do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os povos. Diante dele os reis se manterão em silêncio, vendo algo que nunca lhes foi narrado e conhecendo coisas que jamais ouviram.

53,1Quem de nós deu crédito ao que ouvimos? E a quem foi dado reconhecer a força do Senhor? 2Diante do Senhor ele cresceu como renovo de planta ou como raiz em terra seca. Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos, não tinha aparência que nos agradasse.

3Era desprezado como o último dos mortais, homem coberto de dores, cheio de sofrimentos; passando por ele, tapávamos o rosto; tão desprezível era, não fazíamos caso dele.

4A verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores; e nós pensávamos fosse um chagado, golpeado por Deus e humilhado!

5Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes; a punição a ele imposta era o preço da nossa paz, e suas feridas, o preço da nossa cura.

6Todos nós vagávamos como ovelhas desgarradas, cada qual seguindo seu caminho; e o Senhor fez recair sobre ele o pecado de todos nós.

7Foi maltratado, e submeteu-se, não abriu a boca; como cordeiro levado ao matadouro ou como ovelha diante dos que a tosquiam, ele não abriu a boca.

8Foi atormentado pela angústia e foi condenado. Quem se preocuparia com sua história de origem? Ele foi eliminado do mundo dos vivos; e por causa do pecado do meu povo foi golpeado até morrer. 9Deram-lhe sepultura entre ímpios, um túmulo entre os ricos, porque ele não praticou o mal nem se encontrou falsidade em suas palavras.

10O Senhor quis macerá-lo com sofrimentos. Oferecendo sua vida em expiação, ele terá descendência duradoura, e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor.

11Por esta vida de sofrimento, alcançará luz e uma ciência perfeita. Meu Servo, o justo, fará justos inúmeros homens, carregando sobre si suas culpas.

12Por isso, compartilharei com ele multidões e ele repartirá suas riquezas com os valentes seguidores, pois entregou o corpo à morte, sendo contado como um malfeitor; ele, na verdade, resgatava o pecado de todos e intercedia em favor dos pecadores.





ANIVERSARIANTES:



-24 – CELISINHA – D. ISAURA - SARNEY

-25 – GIOVANA ANTUNES – 14 ANOS

-28 – VIDAL







CHAVAKIAH



Categoria: Potências Príncipe: Camael Protege os dias: 23/04 - 05/07 - 16/09 - 28/11 - 09/02

Número de sorte: 6 Mês de mudança: junho Carta do tarô: Os enamorados Está presente na Terra: de 11:20 às 11:40 da manhã



Salmo: 114

O Anjo CHAVAKIAH é invocado para estar bem com todos, para eliminar as forças das pessoas que querem nos ofender e para ajudar na reconciliação dos esposos. Mantém a paz e a harmonia entre as famílias.



Influência:

Quem nasce sob a influência do anjo CHAVAKIAH será um grande colaborador para o bem estar social, muitas vezes, a custa até do sacrifício de interesses pessoais. Amará viver em paz com todos e ver as pessoas reconciliadas. Sua moral estará sempre sob um rígido controle, podendo até mesmo suprimir seus sentimentos. Mente prática, capacidade para tomar sábias decisões. Sempre atento aos detalhes, falará de maneira agradável e discreta, jamais utilizando a força para se fazer entender. Seu bem estar emocional, dependerá da aprovação dos demais no convívio social.



Profissionalmente Relações públicas ou sociologia serão carreiras adequadas às pessoas com este anjo de guarda. Poderão ainda trabalhar em projetos para resolver problemas ligados à ecologia e educação.

ABRAÇOS:

D. SANDRA

GLAUCIA

CARLÃO

BRUNO VERAS – ROSANGELA - Isabel/Leonidas Alcantara.

CARLOS GUILHERME - WAGNER GOMES

SEAD









COMENTÁRIOS:

- COMO SOUBERAM QUE TINHA 100 MIL NO CAIXA

-AS RECEITAS DE CURA QUE RECEBI...



. Marcos escreveu: “E não lhes falava a não ser por parábolas”.

É mais fácil entender as coisas a partir da nossa própria perspectiva.



. Eu sou o caminho, a verdade e a vida.

Aprendemos as verdades mais profundas através dos nossos relacionamentos.



. Não condeneis e não sereis condenados.

Ao julgar o outro nos condenamos.



. Se alguem de ferir na face direita, oferece também a outra.

Humildade é força sob controle – senão não é.



. Abençoados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus.

Nos relacionamos bem com que nos oferece a cura.



. Amai-vos uns aos outros.

Mas qualidade de relação do que conhecimento objetivo.



. Descia um homem de Jerusalem a Jericó. Pelo caminho caiu em mãos de ladrões.

Roubar os outros furta a alma do ladrão.



. Assim, os ultimos serão os primeiros e os primeiros, os últimos.

O individuo é ua parte do todo.



. Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundancia.

Nos salvamos restaurando os relacionamentos.



. Pois é pelo fruto que se conhece a arvore.

O conhecimento de nós mesmos é fruto de crescimento pessoal.



. É na fraqueza que meu poder é mais forte.

Ainda que conseguindo o que queremos, precisamos pedir o que necessitamos.





. Arrependei-vos e acreditais nas boas novas.

As pessoas sabias estão sempre preparadas para mudar de idéia e de atitude; as tolas, jamais.









sexta-feira, abril 08, 2011

09 DE ABRIL 2011 - DEBATE POSITIVO (RADIO 102.9 -FM)




09 ABRIL – D. POSITIVO



Especialistas condenam venda de sutiã com bojo para crianças de 6 anos

Jornal do BrasilMaria Luisa de Melo







Nova febre entre as meninas de 6 anos de idade, os sutiãs infantis com bojo lançados pela Disney e vendidos pelas Lojas Pernambucanas estão sendo duramente criticados por especialistas ouvidos pelo Jornal do Brasil. Considerado mais uma arma da indústria para seduzir a criançada e garantir fortes lucros, os sutiãs são vistos, inclusive, como um vilão da infância, por antecipar a sexualidade na vida dos pequenos.

Para a psicóloga da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Maria Luiza Bustamante, produtos deste tipo, com utilidade apenas para adultos, são altamente prejudiciais para a saúde mental das crianças.

"Onde já se viu um sutiã que imita o seio das mulheres adultas? Não há necessidade de crianças de 6 anos usarem sutiã, muito menos com bojo. Trata-se de mais uma tentativa da indústria de ganhar dinheiro a qualquer preço. Sem se importar com a saúde das crianças", critica a psicóloga.

Sutiã infantil da Disney imita volume dos seios de mulheres adultas

Para ela, a Promotoria da Infância e da Juventude deveria tomar providências.

"Na faixa dos 6 anos de idade é comum as crianças terem consigo o narcisismo e até quererem se vestir como a mãe. O que não pode acontecer é o mercado incentivar a erotização e a antecipação da sexualidade", ressalta Bustamante.

Para a também psicóloga Luciana Vanzam, engana-se quem pensa que produtos como os sutiãs com bojo são lançados porque há procura das crianças por eles.

"O interesse inicial é do mercado, que faz todo o possível para que as crianças se interessem em ter sutiãs que imitam o de suas mães", alerta Luciana, antes de acrescentar: "O que está acontecendo é complicado, pois é perigoso sexualizar crianças de 6 anos de idade".















ANIVERSARIANTES DO DIA:



-04 – CARMEM (CASSIO)

-08 – JOAOZINHO

10 – ELIANA

12 – AMANDA (PRIMA DA LECA)

14 – JOSIMAR (TIO DA LECA)





NELCHAEL











O Anjo:

Este anjo é invocado para destruir o poder do inimigo, contra as calúnias ou pessoas que utilizam sortilégios para tirar proveito próprio contra os inocentes. Domina a astronomia, a astrologia, a geologia, a matemática e todas as ciências exatas.



Influência:

"Quem nasce sob esta influência, demonstra muita serenidade, moderação nas palavras, equilíbrio entre o espiritual e o material. Tem forte capacidade de liderança, autocontrole, paciência. Busca sua estabilidade financeira, perseguindo seu ideal a qualquer custo, não aceitando perdas. Dotado de grande inteligência e imaginação, tem maturidade e domínio sobre seu "eu". Procura sempre a harmonização de todos na família, embora muitas vezes, sinta-se incompreendido por seus membros. Tendência a ser um solitário sempre em busca do par ideal. Ama o belo e detesta o que é feio e vulgar. Será muito querido e respeitado em seu ambiente de trabalho. Refinado, amante da poesia e da pintura, gosta de presentear as pessoas com flores. Poderá pesquisar cientificamente o conhecimento transcendental, através de leituras de textos antigos, transcodificados com o uso da informática. Sua missão será unir a ciência e a arte com a religião. Gostará de desenvolver sua mediunidade através das ciências esotéricas, mas sempre de forma analítica. Será do tipo "ver para crer". "



Profissionalmente:

"Poderá ter sucesso lecionando matemática, geografia, filosofia, geometria, administração, computação; trabalhando como psicólogo ou assistente social. "





Salmo 30

Exaltar-te-ei, ó Senhor, porque tu me levantaste, e não permitiste que meus inimigos se alegrassem sobre mim. Ó Senhor, Deus meu, a ti clamei, e tu me curaste. Senhor, fizeste subir a minha alma do Seol, conservaste-me a vida, dentre os que descem à cova. Cantai louvores ao Senhor, vós que sois seus santos, e louvai o seu santo nome. Porque a sua ira dura só um momento; no seu favor está a vida. O choro pode durar uma noite; pela manhã, porém, vem o cântico de júbilo. Quanto a mim, dizia eu na minha prosperidade: Jamais serei abalado. Tu, Senhor, pelo teu favor fizeste que a minha montanha permanecesse forte; ocultaste o teu rosto, e fiquei conturbado. A ti, Senhor, clamei, e ao Senhor supliquei: Que proveito haverá no meu sangue, se eu descer à cova? Porventura te louvará o pó? Anunciará ele a tua verdade? Ouve, Senhor, e tem compaixão de mim! O Senhor, sê o meu ajudador! Tornaste o meu pranto em regozijo, tiraste o meu cilício, e me cingiste de alegria; para que a minha alma te cante louvores, e não se cale. Senhor, Deus meu, eu te louvarei para sempre. Amem!



Categoria: Tronos Príncipe: Tsaphkiel Protege os dias: 09/04 - 21/06 - 02/09 - 14/11 - 26/01 Número de sorte: 5 Mês de mudança: maio

Carta do tarô: O papa - Esteve presente na Terra: de 6:40 às 7:00 da manhã



Abraços:



-Aos Alcolumbres

- A todas as pessoas que se comoveram com o bárbaro assassinato das crianças em Realengo.

- DONA MARIA PINTO (PESCOÇO DE PERU)

-DALTO – PIERRE – JOSÉ DILSON (VIANA)



- COMENTÁRIOS:

.E O PEROFESSOR NO CONTEXTO DOS EPISÓDIOS NO RIO.

.LADRÃO DE MARABAIXO

.BURAQUEIRA NAS RUAS (POR QUE NÃO TEM URACOS SEMELHANTES NA FAB?

.PLANOS DE SAÚDE: A UNIMED É OU NÃO É UMA COOPERATIVA MEDIDA? ENTÃO...

. ASSALTO NO IESAP (SOLIDARIEDADE AO DIOGO)







Aos jornalistas

Mediar o debate, tornar pública a informação, elevar determinado fato à categoria de notícia exige dos jornalistas uma reflexão diária sobre a responsabilidade social de sua profissão. O valor público inestimável de uma imprensa livre só é possível com a atuação destemida e qualificada de homens e mulheres conscientes desse papel. A fiscalização permanente, crítica e construtiva dos jornalistas tornam a atividade política mais qualificada e necessária ao nosso país. Por tudo o que representam, manifesto meus parabéns!

Dalva Figueiredo (PT)





Dia Nacional do Jornalista!



O Dia do Jornalista é comemorado no Brasil no dia 7 de abril, em homenagem a João Batista Líbero Badaró, médico e jornalista, brasileiro de origem italiana, que morreu assassinado por inimigos políticos, em São Paulo, no dia 7 de abril de 1830, durante uma passeata de estudantes em comemoração aos ideais libertários da Revolução Francesa.



Profissional incansável, dinâmico, disposto, atento, inteligente, a serviço da notícia, da informação e dos fatos.



Profissão diariamente trabalhada com dedicação, determinação, vontade, compromisso em cumprir com o papel devidamente pautado na ética, no trabalho árduo e diário e principalmente, pautado na responsabilidade com a notícia e com tudo aquilo que divulgar.



O jornalista tem uma função social muito importante dentro da sociedade ou de uma comunidade, informa, promove a reflexão, a crítica e incita debates. Difundindo idéias, os fatos e informações com clareza, rapidez e precisão, a ponto de sintetizar em apenas uma frase tudo aquilo que quer falar.



Por vezes denunciando, auxiliando a comunidade e assim, colaborando para uma sociedade mais justa e democrática. E dessa forma não podemos desconsiderar o seu importante papel, pois sem dúvida alguma, possui uma admirável influência sobre todos nós, seja agindo direta ou indiretamente.



PARABÉNS a todos os Jornalistas do Amapá! Que DEUS abençõe o caminho de cada profissional...



Dalto Martins

Deputado estadual





Assembleia Legislativa do Estado do Amapá



Parabéns Jornalista



Aos que defendem a informação, a ética, a liberdade, a valorização da profissão, o prazer de ser jornalista...por trás de todo grande acontecimento há um jornalista pronto para divulgar a noticia...jornalista hoje você é a manchete!!

Parabéns aos jornalistas amapaenses pelo seu dia que se comemora neste 7 de abril.



Presidente da Assembleia Legislativa

Deputado Moises Souza





quinta-feira, março 24, 2011

DEPUTADO DALTO MARTINS - PMDB.

RELATORIA IMPORTANTE.


cesarbernardosouza@bol.com.br



Parece bom xingar políticos, faz bem ao ego “inquieto” . De outra forma também parece que o político bom precisa apanhar da opinião publica, especialmente da mídia.

Veja-se o caso do Dep. Dalto Martins (PMDB), indicado relator do projeto já conhecido como “contrato administrativo”. Projeto de autoria do Poder Executivo, encaminhado à Assembléia Legislativa dias atrás – 14 de março.

Pede o governo que a Assembléia Legislativa o aprove rapidamente, com isso autorizando que se faça e mantenha contratações temporárias de servidores, ainda essenciais ao funcionamento mínimo da “maquina”.

Então, como que completamente fora do contexto, aparece um deputado “complicando” a tramitação do projeto, interpondo a ele “exigências absurdas” . Seria o que fez o deputado-relator Dalto Martins.

Sem mais informações, setores sindicais e da mídia resolveram mostrar o deputado como “causa” e “efeito” dos problemas que as alterações no texto do projeto colocariam sobre a mesa de trabalho do governador e de refeições dos contratados.

Eis a questão: bater ou bater no deputado-relator? A principio, sim! Mas, o que fazer com a ética, a legalidade e a lisura administrativa de um projeto como esse?

O deputado-relator entendeu que o projeto precisava de muitos ajustes legais,entre eles:

- Quantos servidores podem ser contratados?

- Qual o percentual dessas vagas será reservado a pessoas com deficiência e em alguns casos a indígenas?

- Qual o prazo de vigência do contrato (começa quando, termina quando?)

- Etc...

Assim entendendo e com a Assembléia Legislativa sem todas as suas comissões técnicas nomeadas. O deputado foi buscar contribuições fora da Assembléia, aconselhar-se com membros do Ministério Publico, Justiça do Trabalho e afins. Intencionava o deputado-relator colher mais subsídios ao seu relato para o projeto, de sorte que a peça final fosse a melhor possível.

Note-se, por outro lado, que o ano administrativo começou em janeiro e só em março o projeto deu entrada na Assembléia Legislativa. Obvio que a escolha do relator é posterior

É de se perguntar, portanto: é mesmo o caso de se eleger o deputado “carrasco” dos servidores que estão e dos que vã servir ao governo na condição de contratados temporários?

Sim ou não conforme o tamanho do pé e da forma do sapato, mas nunca sim ou não sem a devida atenção para com a razoabilidade dos fatos, que ao FM devem dar segurança aos trabalhadores e tranqüilidade ao governador. Talvez com os cuidados do deputado-relator seja possível ao governador tocar seu governo sem ter que freqüentar os balcões do Ministério Público e da Justiça.

Finalmente, são vinte e quatro os deputados da casa legislativa estadual conjuntamente responsáveis pelas decisões da casa. Logo, especialmente da parte da mídia e sindicatos mais afins ao tema, a “malhação” ao deputado-relator não parece coerente.

Desde muitos anos que está vigente no Governo do Amapá essa sistemática de “sustentação administrativa” fundada nos contratos temporários, pratica agressiva frontal aos que aprovados em concursos aguardam chamada, e aos próprios princípios legais da administração publica muitas vezes burlados pela conveniência das nomeações temporárias.

Portanto, quanto ao serviço que o Deputado Dalto intenta prestar ao estado através de sua relatoria, pode ser que seja o seu trabalho a parte boa de toda essa questão.