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sábado, agosto 25, 2012

AMIGOS POR MUITO TEMPO É O QUE QUEREMOS SER.


Sabado tem sido dia especial, é quando os amigos se reúnem ao redor da nossa mesa apenas e tão somente para jogar conversa fora, tomar uma cervejinha, comer caranguejo, camarão, arroz, feijão e uma qualquer iguaria preparada pela Consolação. 
 Festejámos o retorno do Prof. Munhoz (em pé à direita) que completou sua 49ª viagem internacional
Mas, tem exceções. Hoje, por exemplo a cervejinha deu lugar a cachacinha. Meu amigo Marcinho Furtado (Volta Grande/MG) conseguiu para mim o presente que o amigo Pierre tanto queria: uma cachaça boa. Trouxe para ele a Moloca de tonel... especialíssima.   
 Por cusa do sangramento intenso, Zé Maria fez cara de homem sério e foi enrolando a mão do Pierre:
"tá apertado Pierre?". Apertava mais e mais. Vai confiar em Zé Maria!!!
A cachacinha ensejou brindes e mais brindes, a brincadeira acabou lesionando a mão do Pierre: errou na força ao brindar com o Tadeu Pelaes. Até aí, tudo bem, não foi tão grave a lesão.
Mas....Zé Maria é um dos nossos mais queridos amigos, não por nada: cozinha magistralmente bem, é um gozador insubstituível, é Comendador (Brasil/Israel), não é pobre e... um grande sacana.
 
Olha o “socorro” que prestou ao “coooorte” no dedo do Pierre. Aproveitou-se da ausência do Dr. Claudio Leão (minutos antes entre nós) e fez esse curativo aí: algodão, papel higiênico e muita fita gomada. 
Pierre, por sua vez, continuava chiando. Zé Maria quis ligar para o SAMU – impedimos tirando-lhe o telefone celular. Afirmou que Pierre precisava de mais cuidados, e.... a concha foi colocada como tala, a garrafa para ajudar na sustentação do braço, o papelão como tipóia de contato e a toalha de banho como tipóia propriamente dita. Disse que isso era “experiência” sua dos tempos em que trabalhou embarcado em navios cruzando mares mundo a fora. Eu heim!?
 
Seguidamente “acordava” o Pierre gritando-lhe ao ouvido com o megafone que o Tadeu nos infernizou a tarde toda. Aliás, a Dra. Maria Tereza não podendo suportá-lo...deixou-nos após leve e rapidíssima refeição. Ela veio nos visitar.
Foi então que o Comendador Zé Maria entendeu que devia aplicar uma injeção .... pô, veja o tamanho da “seringa”. Acabou acabado tudo bem, sábado que vem outra vez nos veremos. 
 Será esse o assunto "sério" que o Comendador levará aos quatro cantos de Macapá até nos encontrarmos para novos blá-blas. Às vezes nossa comunicação é belingue. 

sexta-feira, agosto 24, 2012

RUAS QUE FORAM MINHAS.

Esse cavalo amarrado em frente a essa casa trouxe de volta a lembrança dos belissimos dias da minha infancia nessa mesma rua.
 Antigamente tudo isso era cascalho e voçorocas ruderais. 
Mesmo assim jogavamos renhidas peladas, queimadas, bilosca 
e corriamos incansáveis piques salva. Ainda hoje moram lá bons amigos.

Essa paisagem com neblina ainda às 7 horas era comum nos invernos da época da infancia - 50 anos atrás, mas até hoje algo que encanta. Mas creiam, sob essa neblina ou ao redor dela estava um frio danado.
 Demorou mas chegou a telefonia celular para a cidade. Por artes outras, como essa, as pessoas estão se falando mais. É bom que o frio não se meta com as torres de transmissão., apenas as esconda por instantes.
Clicando na foto voce vai perceber que há uma torre de aço escondida pela neblina.

À noite, por causa do frio e dos habitos a cidade é só beleza e solidão. Mesmo assim a minha cidade é linda por causa de suas ruas. Mas, suas ruas são lindas por causa da cidade que não pode viver sem elas. 
Esta e a área centrl da cidade... tudo muito bonito, pena que tive apenas quatro dias para curtir tanta beleza.

Esta é a Igreja São Sebastião, onde fui batizado e que frequentei por tantos anos.Porém, nunca a tinha visto tão bela. É que olhava e não via.
 

quinta-feira, agosto 09, 2012

O FACEBOOK.



Ainda não sei explorar bem o potencial do facebook, mas sei que é uma ferramenta de inesgotáveis recursos facilitadores da comunicação entre pessoas em todo o mundo. Até onde posso faço uso diário desse aplicativo, mas já começo ame preocupar com isso. 
Anda não consegui me escalar no “face-club” do kkk, do rsrsrs nem das frases feitas ilustradas pelos diferentes belos murais fotográficos ou estilizados. Desses com que ilustro o texto para me tornar autoexplicativo.
Alguns dos que recebi compartilhei ou curti por me parecerem interessantes, inteligentes, uteis. 
 
Outros ainda compartilharei, curtirei e comentarei, certo mesmo é que tenho andado na contramão dessa avenida larga do face ora me surpreendendo com a fonte do kkk e rsrsrs, ora me detendo às mensagens dos mini doors.
Contudo, cinco ou seis postagens que já chegaram ao meu mural melhor não tê-las visto. Nesse momento estou vendo uma delas bastante medíocre, pobre, porca. Agride violenta e desumanamente o cidadão Camilo Capiberibe e sua família., a menção “governador” não aparece na mensagem.
 
Na verdade não sei de onde vem e como se constrói esses mini doors, nem posso imaginar de onde sai tanta coragem em publicar ofensas (ou agressões) tão graves e sujas contra um cidadão que também é governador do estado.
Não sei, lamentavelmente, deletar essas mensagens sub recomendadas que chegam. Uma duvida tenho quanto à postagem que se refere ao Dr. Camilo Capiberibe, governador do estado do Amapá: é agressão (ato em que um indivíduo prejudica ou lesa outro(s), de sua própria espécie intencionalmente) ou ofensa (palavras desabonadoras proferidas contra...) verbal o que um suposto Raimundo dos Santos publicou no facebook?
 
A três conclusões quero chegar: a policia vai identificar e a justiça punirá exemplarmente esse desafeto do Sr. Camilo Capiberibe; o quá quá quá desbancará o paupérrimo kkk – pelo menos; não serei o carneirinho negro no alto do monte olhando com desdém o rebanho lá em baixo de carneirinhos brancos.
Apesar de tudo perseverarei no face.













quarta-feira, agosto 08, 2012

AMIGAS QUERIDAS


Professora Zaide e Socorro Soledade, e Dra. Telma Duarte vieram nos visitar. Deixaram-nos palavras de ânimo a propósito de mais uma jornada que vamos cumprir em São Paulo perante médicos que possam me ajudar um pouco mais.
Deixaram-nos palavras como essas: 
No envelope que me trouxe um presente, a Prof. Zaide escreveu: 
"Ao querido filho-amigo César Bernardo de Souza". 
Que mais posso querer?
“Uma nova luz irá inundar sua vida e o chamará à fé naquele que plenifica toda a existência”.
“As circunstancias da vida lhe trouxeram depressão e angustia e tudo lhe pareceu escuro naquele dia e naquela noite sem fim. Foi triste enfrentar a realidade tal como aconteceu. E mesmo que você tenha sofrido muito, sua vida não parou. Você correu atrás das estrelas buscando outras manhãs!”
 
Nenhum passaro planta e colhe, nem pede as cores quando envelhecem., por que Deus me abandonaria? 
 
“Se você ama de verdade, prossiga, fazendo caminho... muitas outras pessoas precisam de você”
.
Que confiança, que descanso e que otimismo vos dará, no meio das difiuldades, 
sentir-vos filhos de um Pai que tudo sabe e que tudo pode. 
“Coragem! Estou com você! Quem sabe.. o caminho comece justamente ali, onde você pensa que ele termina”.

“Conte também comigo! Estou ao seu lado, sobretudo neste momento”.


ATÉ O QUE È BOM A GENTE ESCONDE.


O QUE È BOM A GENTE ESCONDE.

Não sei se é possível medir o tamanho da participação da imprensa na vida positiva do país, vai ver que alguém já fez ou dia mais dia menos fará. É possível que o povo nem ache necessário tal esforço, pois sempre está sinalizando que sabe bem que Brasil teríamos sem ela. Aqui no Amapá essa medida é muito urgente.
Foto: Divulgação/Agência Amapá
Rubens Ricúpero, simpático e proeminente ministro da Fazenda tornou-se emblemático da imprensa nacional quando disse: “o que é bom a gente mostra o que é ruim a gente esconde”. A imprensa mostrou essa sua opinião limpando uma vidraça através da qual pudéssemos ver a aura do Sr Ricúpero e sua estampa: ídolo de barro.
Atualmente se está à porta do julgamento de crimes perpetrados contra a nação brasileira, vários e graves delitos sintetizados numa palavra: mensalão. . . verbete 
ainda fora dos dicionários.

Imagem
Não é mais necessário que a imprensa fale dos crimes e criminosos arrolados nesse processo, mais ajudará se assestar sua vigilância sobre os juízes que vão atuar nesse caso. Investigar e projetar a reação do povo a resultados desse julgamento é também serviço a prestar ao país, já que longe pode não estar o dia em que outra vez o povo será “carapintada” nas ruas botando cobro a abusos exagerados contra seu bolso e paciência.
No Amapá tudo parece andar de mal a pior, especialmente porque há mais imprensa para esconder que para mostrar. Está a valer, no Amapá, duas imprensas: a que recebe salário e a que se paga a jabá, ambas remuneradas com dinheiro de mesma origem: erário. 
Quando predominantemente a imprensa resolve também esconder o que é bom - como tem ocorrido – prejudica-se gravemente um povo inteiro. Tome-se o caso do procedimento de motoristas e pedestres em Macapá. Prefeitura e governo do estado se empenharam para que a engenharia de transito dotasse boa parte da cidade de faixas de pedestre cuidadosamente pintadas na via publica. Pacientemente fizeram campanhas educativas ensinando e informando uns e outros quanto a direitos e obrigações perante a simbologia desse ícone normativo do transito. 
Excelentes resultados foram produzidos, mas escondidos mesmo se constatando que o tema tem ocupado considerável espaço na grande mídia nacional. Duas verdades: está mais enfatizado na mídia o que não se consegue fazer nas grandes cidades em favor do pedestre; sempre, sempre se omite Macapá do rol das cidades que já conseguiram fazer seus carros pararem a um cidadão atravessando a via urbana sobre a faixa a ele determinada. E não raro, fora dela.
Lamentável, portanto, que a imprensa se imponha limites políticos (e até partidários) menores do que aqueles que nortearam a tese do Sr. Ricúpero, segundo a qual só se esconde o que é ruim.

segunda-feira, agosto 06, 2012

SAUDAÇÃO AO IJOMA




Agora a pouco assisti na Band (Tv Bandeirantes) uma matéria sobre as crianças com câncer assistidas pela Casa Hope – motivo de orgulho e não de choro.
Mas, chorei e me perguntei mais uma vez: onde estão nossas crianças (do Amapá) com câncer?
Sem resposta fiz uma poesiasinha para o Ijoma... nosso Ijoma.
BANDEIRAAO VENTO
(César Bernardo de Souza)
Gritou o Amapá ferido de dor: meu povo a doença é drama!
Uni-vos por mim, chega de dor, quero sorrir.
Vai a semente á terra fértil., o Amapá proclama:
Está no Alvorada, em larga avenida, um novo porvir.

Exalta-se o Amapá: aqui está o Ijoma... saudai.
Esperança essa idéia nos trás.
É o novo, porta larga que se abre: fraternidade!
Entra, eis a casa que faltava, é nossa... confiai.

Óh! Ijoma deixa sua bandeira ao vento.
Bandeira do Ijoma, quanto pior a tempestade e o tempo,
Mais alta e muito mais tremulai.   
Foto: chicoterra.com

(PRECISAMOS CRIAR UM MASCOTE PARA IJOMA. POSTE AQUI SUA SUGESTÃO) 

Obs: Localiza-se o prédio do Ijoma no Bairro Alvorada, cuja referencia são as instalações do ex EMTU.

domingo, agosto 05, 2012

ARRSISCA UM PALPITE?



Todo brasileiro devia ter algum tipo de interesse na condenação de todas as pessoas cujos nomes foram lançados no rol dos réus no processo do mensalão, este que foi a mais avassaladora pratica de corrupção já efetivada no Brasil. Não pelo dinheiro desviado, mas pelos valores republicanos destruídos e até agora sob lama.
Todo brasileiro trabalhador deve exigir que os desdobramentos do mensalão passem bastante longe do significado da suprema corte brasileira e da honra dos seus juízes. Tribunais e juízes são instituições indissociáveis da democracia.
‘Estado’ terá apoio da Direito FGV na cobertura do mensalão
Tem muitas razões que assistem ao trabalhador e não aos réus desse processo, uma delas, talvez a mais emblemática, é a que expõe publicamente a exterioridade do caso com muito grande pobreza de detalhes. Outra é a que nos deixa na certeza de que nada sabemos do que ele tem por dentro.
Outras razões estão no “jeitão” do Brasil, um país excessivamente cruel para com os contribuintes que já trabalham cento e cinquenta dias por ano só para pagar impostos ao governo, que por sua vez não cuida dos ladrões que roubam boa parte do dinheiro recolhido por esses impostos, que não retribui com serviços básicos satisfatórios. Longe não está o dia em que nos roubarão a alma, ou seja, a liberdade de sermos apenas o que somos.
Portanto, nossa preocupação não deve se desperdiçar com os réus postos à espera de sentença nos bancos da sala de julgamentos no Supremo Tribunal Federal. Nem com o que digam em suas defesas seus advogados, pois os réus por natureza e os advogados por oficio em nada se importam com você ou comigo.
Nos preocupemos, isso sim, em perspectiva, com o senso de justiça dos ministros juízes julgadores do caso; entre eles o Sr. Dr. Dias Toffoli, que insiste em julgar companheiros e patrões de ontem.
Depositemos na conta desses senhores expectativas de que sejam capazes julgar com justiça os réus que ousaram encolher ainda mais o tempo de nossas vidas, naturalmente perdido por longos anos de infância, sono, tédio, dores, sonhos irrealizáveis, dividas (quem vive sob o peso delas? Onde está o brasileiro trabalhador que não deve boa parte do seu salário?). Se perde tempo de vida até com prazeres.
Preocupe-se sim, porque juízes há (não sei se entre esses da banca julgadora do mensalão) que pouco ou nada se importam com o restante dos nossos dias aqui nas ruas e campos, se isso não constar nos autos do processo. Advogados há que desqualificam processos pela falta ou excesso de virgulas... corriqueiro.
Lembremo-nos que o tempo do mensalão e do julgamento dos seus réus tem o benefício do que está convencionado como politicamente correto. Portanto, pode ser que não o seja aplicar-se ao caso os rigores da lei. Ou seja, a justiça não é relativa e sim sua aplicação.
Afinal, sete anos depois dos fatos quem vai ressarcir o que ao erário? Quem se insurgirá contra a côrte suprema nacional por causa da média dos votos de pronúncia do Sr. Dr. Dias Toffoli nesse processo? Por que uma solução salomônica não botaria fim em mais esse caso?    
    

sexta-feira, agosto 03, 2012

MEMORIAL "ALCY ARAÚJO"



Um dia qualquer há 230 anos atrás, um pensador frances chamado François-Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire exortou a França a ler. 

Plagiando/copiando o que disse Voltaire para a França, disse-se hoje  aos amapaenses no bojo dos pronunciamentos em homenagem à memória do poeta Alcy Araújo: “que todo o Amapá leia bons livros., lê-se muito pouco; e, dentre aqueles que querem às vezes instruir-se, a maioria lê muito mal. Muitos bons burgueses, muitas grandes cabeças, que se julgam boas cabeças, dizem, com ar importante, que os livros não servem para nada. Mas não sabem, esses vândalos, que não são governados a não ser por livros? Não sabem que o código civil, o código militar e os Evangelhos são livros de que dependem continuamente. Leiam, esclareçam-se; só pela leitura se fortifica a alma; a conversação a dissipa, o jogo a limita”.

Muita gente compareceu à Biblioteca Pública “Elcy Lacerda” para participar da inauguração do Memorial “Alcy Araújo”, poeta maior do estado do Amapá.
 Foi, porque não, um dia de filhas e filho, netos e netas recitando e ouvindo a recitação de poesias escritas pelo "poeta do cais".
Alcinea Araújo recita o pai
Desculpe a deduragem, mas vi o Alcione chorar copiosamente enquanto o poeta (dos bons) Aroldo Pedrosa recitava Alcy Araújo.
 Gente que cansa, gente com mais alma do que corpo, mas que..... aprecia também a poesia:
 E também gente com “mais de trinta anos”., Nonato Leal, o mais refinado dos nossos refinadíssimos músicos.
Sabe quem também esteve por lá bisbilhotando poesia? A lua.


"Um mérito inegável da poesia: ela diz mais e em menor número de palavras que a prosa".
Voltaire

quinta-feira, agosto 02, 2012

MISSA NO IJOMA




Prosseguiu festivo o dia 2 de agosto, até que chegamos ao momento da celebração litúrgica. Não seria apenas uma missa, mas a missa. Celebrada pelo Padre Paulo vivendo o grande da de sua vida. A leitura escolhida nos diz: “Levanta-te, e desce à casa do oleiro, e lá te farei ouvir as minhas palavras. E desci à casa do oleiro, e eis que ele estava fazendo a sua obra sobre as rodas, como o vaso, que ele fazia de barro, quebrou-se na mão do oleiro, tornou a fazer dele outro vaso, conforme o que pareceu bem aos olhos do oleiro fazer" (Jeremias 18: 1- 4).  

A missa foi celebrada sobre altar erquido na rua, em frente ao novo prédio do Ijoma... muita gente esteve lá. Inclusive um dos maiores dos nossos artistas da música: Osmar Jr. Deu-nos de presente o Hino do Ijoma.
 Na verdade uma multidão se reuniu lá, orando e rezando por todos nós. 
 
A Juliele foi cantar e cantando inscreveu seu precioso nome na história do Ijoma. Foi, como sempre, ovacionada pela multidão ali reunida.
Meus anjos de guarda também estiveram lá, bem do meu lado: Consola e Letícia... esposa e neta.
Depois de tudo isso no dia de hoje estou cansado, vou dormir.... em paz.

CHEGAMOS...

Um dia feliz, saudado pela Banda de Música do Exército Brasileiro: começa a solenidade de inauguração da Casa de Apoio do Instituto do Câncer “Joel Magalhães” – IJOMA. 
 http://bmail.uol.com.br/attachment?msg_id=MjcyMjU&ctype=DSC_6299.JPG&disposition=inline&folder=INBOX&attsize=233553
A execução do Hino Nacional nunca me pareceu exortação maior às minhas obrigações para com o meu país.
Mais adiante a banda executou a Canção do Amapá: “Eia! Povo destemido
Deste rincão brasileiro, seja sempre o teu grito partido, de leal coração altaneiro. Salve! Rico torrão do Amapá, solo fértil de imensos tesouros, os teus filhos alegres confiam, num futuro repleto de louros... Se o momento chegar algum dia. De morrer pelo nosso Brasil. hão de ver deste povo à porfia, Pelejar neste céu cor de anil”.
Cantamos com fervor, todos nós presentes. Para registro histórico menciono aqui os que fizemos parte da mesa das autoridades: Pe. Paulo –Diretor/Presidente do Ijoma; Deputado Junior Favacho – Presidente da Assembléia Legislativa; Dr. Jaime Nunes – Empresário; Pe. Castrezzi – representando o Bispo Diocesano; Pe. Aldenor – Pároco; O Promotor de Justiça; César Bernardo(eu) – Embaixador do Ijoma.  

O Dr. Genésio chega para participar da cerimônia, amapaense que é, doente que está. É um dos nossos braços fortes.

Padre Paulo é só felicidade e emoção, especialmente quando tem diante de si alguém que luta contra o câncer. Nessa foto destaque é para a companheira que ostenta lenço na cabeça: está em quimioterapia.
 Padre Paulo discursa o discurso de sua vida: a messe é grande, necessita-se de operários.
 
A Imprensa mais uma vez nos apoiou com tolerância, com calma, esperança, doação.
O empresariado amapaense não nos faltou nem na hora da festa, eis aí uma primeira lista da sua generosidade para com o Ijoma. Muito obrigado!
Clic na foto para ler a lista de empresas apoiadoras do Ijoma
Uma pausasinha para descanso.... na enfermaria: Pe. Paulo ladeado por mim e pelo Sr. José Luiz.
 O Sr. José Luiz é um "leão". Viajava enorme distancia para chegar a Macapá,
no mesmo dia receber a quimoterapia e voltar... está vencendo. 
Por causa dele ratifiquei minha decisão de me doar ao Ijoma.
Mas, é preciso sorrir... pelo dia de hoje.

É bendito o cansaço que Padre Paulo demonstra aqui. Ainda ontem não tínhamos 
todo o dinheiro para completar a obra,  isso o levou à exaustão. 
Daqui a pouco ele vai celebrar a Missa. Me disse que homenageou a memória de sua irmã
 vitimada por câncer. Todos somos muito gratos a ele


 

quarta-feira, agosto 01, 2012

ALÔ ALÔ AMAPÁ


Padre Paulo estava radiante hoje... com toda razão. Bem cedo estava nos estúdios da Rádio Cidade -101.9FM, convidado que fora pelo radialista Carlos Lobato, âncora do Programa Tribuna da Cidade. Assunto? Inauguração da Casa de Apoio aos doentes de câncer, do Ijoma. Amanhã, dia 2 de gosto de 2012 o Amapá amanhecerá mais completo, mais humano, mais soberano, mais cuidador.
Os jornalistas Silvio Souza e José  Marques Jardim instigaram Pe. Paulo a falar da sua obstinação em criar no Amapá uma estrutura complementar ao enfrentamento do câncer no estado. Pe. Paulo disse que ainda menino aqui em Macapá, aos oito anos, “conheceu” o câncer e que, de lá até cá viveu inquieto.
A conversa no radio tangenciou o futuro do Ijoma: pesquisas, debates, formulações, banco de dados, biblioteca, seminários, palestras e tudo mais que leve à sociedade amapaense – crianças, jovens e adultos, a sempre mais prevenção e cuidados com o câncer.
Participei do programa (Embaixador do Ijoma), minhas intervenções pretenderam deixar claro que houve sim uma tomada de consciência da sociedade sobre esse grave problema que está a nos afligir grandemente agora e que, se projeta muito mais significativo logo amanhã. Crescimento e envelhecimento populacional potencializam o problema.
Coloquemos ao abrigo dos homens de boa vontade a parcela da população já atingida pelo câncer. Sinalizemos com coragem as soluções para os que amanhã, infelizmente, terão passar pelas portas que o Pe. Paulo teimou e conseguiu abrir: es-pe-ran-ça.