Translate

quarta-feira, outubro 03, 2012

VIVA A PORCA E O PORCO: PAIS




Esta porca pariu 31 filhotes de uma só vez, dos quais vinte e quatro filhotes sobreviveram. Foi preciso repartir a ninhada entre as outras mães para não deixar nenhum porquinho sem alimento. O registro chamou a atenção de especialistas. Trinta é a média de filhotes de suíno para o ano todo.



Detalhezinho: esta foi a terceira gestação dessa porca em um ano



Os leitoes e leitoas sobreviventes cresceram normalmente, abaixo alguns deles aparecem com um mês de nascidos.

 
Farto material genético 

terça-feira, outubro 02, 2012

DISCURSO DO PRESIDENTE DO URUGUAI JOSÉ PEPE MUJICA NA CONFERÊNCIA DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, RIO+20.

Autoridades de todas as latitudes e organizações, muito obrigado!
Meus agradecimentos ao povo do Brasil e sua senhora presidente.
Muito obrigado à boa fé que certamente manifestaram todos os oradores que me antecederam.
Expressamos a intima vontade como governantes de acompanhar todos os acordos que esta nossa pobre humanidade pode assinar. No entanto, deixem-me fazer algumas perguntas em voz alta: durante a tarde toda falamos sobre Desenvolvimento Sustentável, de como eliminar o imenso problema da pobreza.  Que se passa em nossas cabeças, o modelo de desenvolvimento e consumo que atualmente vivem as sociedades ricas?
Presidente  José Pepe Mujica do Uruguai
Faço esta pergunta: o que aconteceria ao planeta se os habitantes da Índia tivessem a mesma proporção de carros por família, que os alemães possuem? Quanto oxigênio teríamos para respirar? O mundo de hoje teria elementos materiais para que 7 ou 8 bilhões de pessoas possam desfrutar do mesmo nível de consumo e desperdício que tem as sociedades mais ricas do Ocidente? Isto é possível, ou será que temos que ter um dia um outro tipo de discussão?
Porque nós criamos esta civilização em que estamos: filha do mercado, filha da competição que se deparou com o progresso material enfático e explosivo.
Mas a economia de mercado criou sociedades de mercado. E nos deparamos com esta globalização que significa olhar para todo o planeta. Estamos governando a globalização ou é a globalização que nos governa?
É possível falar de solidariedade e que “estamos todos juntos”? Em uma economia baseada na concorrência impiedosa? Até onde chega a nossa fraternidade?
E não digo nada disso para negar a importância deste evento. Pelo contrario, o desafio que temos pela frente é de uma grandiosidade colossal. A grande crise não é ecológica., é política. O homem não governa hoje!
Não há forças envolvidas, se não as forças que governam o homem... e a vida. Porque não viemos ao planeta para desenvolvermos em termos gerais, mas viemos ao planeta para sermos felizes. Porque a vida é curta, e rapidamente se vai. E nenhum bem vale mais que a vida, isto é claro. 
Mas a vida vai se passando, e nós trabalhando e trabalhando para consumir sempre mais. A sociedade de consumo é motor, porque em ultima analise se o consumo está paralisado, a economia para. E se você parar a economia o fantasma a estagnação econômica aparece para cada um de nós.
Mas há o hiper consumo, este que está agredindo o planeta. E eles tem que acelerar este hiper consumo fazendo coisas que durem pouco, porque é preciso vender muito. E uma lâmpada elétrica, então, não pode durar mais que 1000 horas, mas existem lâmpadas que podem durar 100 mil, 200 mil horas. Contudo, estas não podem ser feitas porque o problema é o mercado. Porque temos que trabalhar e temos de sustentar uma civilização que “usa e joga fora”, e por isso estamos em circulo vicioso.
Estes são problemas de caráter político, que estão dizendo que está na hora de começar a lutar por outra cultura. Não se trata de retornar os dias do homem das cavernas, ou ter um “monumento ao atraso”, mas não podemos continuar indefinidamente sendo governados pelo mercado, e sim, temos de governar o mercado.
Então eu digo, na minha humilde forma de pensar que o problema que temos é político. Os antigos pensadores – Epicúreo, Séneca, inclusive os Aymaras, definiam: “pobre não é o que tem pouco, mas sim o que necessita infinitamente muito, e deseja e deseja mais e mais”. Isto é crucialmente de caráter cultural.
Então eu saúdo os esforços e acordos que são feitos. E eu vou segui-los, como governante. Sei que algumas coisas que eu estou dizendo “perturbam”. Mas devemos perceber que a crise da água e agressão ao meio ambiente não são a causa. A causa é o modelo de civilização que nós construímos. E nós temos que rever o nosso modo de vida.
Eu pertenço a um país pequeno e bem dotado de recursos naturais para viver. No meu pais tem 3 milhões, pouco mais, 3 milhões e 200 mil habitantes. Mas há cerca de 13 milhões de vacas, das melhores do mundo. E cerca de 8 a 10 milhões de excelentes ovelhas. O meu país é um exportador de alimentos, laticínios, carne. Uma planície onde quase 90% das terras são aproveitáveis.
Meus amigos trabalhadores lutaram arduamente para conseguir 8 horas de trabalho, para conquistar direito às máximas 8 horas de trabalho. E agora eles estão conseguindo as 6 horas. Mas aqueles que conseguiram 6 horas precisam agora ter dois empregos, portanto, trabalham mais do que antes.
Por quê? Porque eles tem uma infinidade de desejos: a motocicleta que comprou, o automóvel e pagar contas e contas. E quando você acordar perceberá que é um velho reumático como eu, e que passou toda a vida.
E um fará esta pergunta: este é o sentido da vida humana? Essas coisas que eu digo são elementares: o desenvolvimento no pode ir contra a felicidade. Tem que ir a favor da felicidade humana, do amor aos filhos, de ter amigos, ter somente o necessário. Precisamente porque este é o tesouro mais valioso que temos.
Quando lutamos pelo meio ambiente devemos lembrar que o primeiro elemento do meio ambiente se chama FELICIDADE HUMANA.
Muito obrigado.  
    
Obs: ouçam este discurso, com segurança em -
 
 


MUITOS ANOS DE VIDA PARA A MÔNICA



Hoje é aniversário da Mônica, dia de extrema felicidade para todos nós aqui de casa, como o demonstrarão algumas fotografias que abaixo estão postadas.
A sogra e a casa da sogra
Mônica é uma amiga lá da terrinha – Volta Grande/MG. Aliás, Mônica é mais que amiga., como nos dizíamos Bonfim e eu: amiga/irmã. Carrego comigo extrema satisfação pela convivência com ela, porque e só porque, sempre me cresceu no peito a sensação de felicidade ser notado, considerado, respeitado e querido por pessoas cujo espírito é elevado. 
Nossa cidade é muito pequena, a população não vai além de 2500 pessoas e em todo o Município, quase 5000 habitantes (Ibge-2010). Mesmo assim existem lá pessoas anônimas, desconhecidas da maioria, que vivem à margem das gentilezas da multidão.
Consola, Mônica e Kátia (minha prima)
Disse isso, assim, para ressaltar a enorme importância da Mônica no contexto dessa nossa cidade, porque, saibam e creiam, está nela o carinho, o respeito, a sensibilidade, a percepção humana, civilizada caridade cristã de si especialmente para essas pessoas. 
Há nela um sorriso, uma compreensão, uma meiguice para todos.
Pouco posso fazer por essa Mônica nos dias de hoje, a não ser considerá-la mais igual 
Seus pais José Rui e D. Teresa, o esposo José Geraldoe a filha Juliana.
e mais necessária para mim do que antes porque o câncer foi para nós um destino comum. A partir da confirmação do diagnóstico de câncer nasceu outra Mônica para mim: mais especial ainda.
 Hoje, dia 2, do seu aniversário, pela manhã rezamos por ela. Pelo seu aniversário, pela sua cura, pela sua vida a prosseguir junto dos que a amam, dos que a necessitam, dos que ainda irão conhecê-la.     
 Terço do Homens: Nossa Senhora do Rosário rogai por ela.
Bem pode imaginar a Mônica que estou lhe falando tomado da grande emoção por imaginá-la se auto parabenizando em seu primeiro aniversário pós diagnóstico do câncer. Imagino-a certa de mais e muitos outros aniversários felizes ao lado do seu esposo, filha e filho, pais, sogros, amigos, companheiros e companheiras de todos os seus afazeres sociais.
Muitos adiante haveremos de ver e cumprimentar a Mônica por essas ruas.
Parabéns para você Mônica, sei que não se envaidece da sua natureza de pessoa tão simples, porém tão decisiva para a vida positiva de tanta gente. Meu tio é espírita, sempre me diz em seus telefonemas que você é destacadamente um ser de luz: iluminada e luminosa.  
TIM TIM - TIM TIM

segunda-feira, outubro 01, 2012

ALDO: É O CARA



Domingo, 23 de setembro, papai aniversariava. Daqui para lá o desejo era o da ficção: entrar na maquina do tempo e materializar-me em sua cozinha. Para tirar a cabeça de dentro da nossa casa mineira, como é para mim outro grande prazer liguei o radio. De repente ouvia uma entrevista, da qual participavam o J. Ney como ancora do programa, Paulo Vitor, Romerito e Bira, como entrevistados. Aldo estava em estúdio, mas não se manifestava por impedimento eleitoral: ele é candidato a Vereador por Macapá.
Caramba!, para a radiofonia amapaense tal “ajuntamento” é uma novidade., aliás: furo de reportagem. Em período eleitoral saber bem junto de nós essas personalidades parecia inacreditável.
Esqueci momentaneamente o aniversário do papai, mas não ele. O radio...
Paulo Vítor, só para lembrar:  
Paulo Vitor.jpg
tricampeão carioca em 1983, 1984, 1985 e campeão brasleiro de1984. Carismático com a torcida tricolor, tornou-se o segundo goleiro que mais defendeu as cores da equipe, atrás apenas de Castilho. Disputou oito jogos pela Seleção Brasileira e foi à Copa do Mundo de 1986 como reserva de Carlos 
Romerito: 
 
No Brasil foi jogador do Fluminense, tendo sido contratado por este clube junto ao Cosmos de Nova Iorque em 1984, clube que na época reunia grandes estrelas do futebol mundial, tendo Romerito atuado ao lado de Carlos Alberto Torres, do holandês Johan Neeskens, do italiano Giogio Chinaglia, do alemão Franz eckenbauer e de ninguém menos que o Rei Pelé. 
Bira: Deixou o Remo contratado pelo Inter em 1979. Foi o centroavante titular do time tricampeão brasileiro invicto no mesmo ano. Conta ele:
Cheguei a Porto Alegre com o apelido de Bira Burro. Na verdade, ganhei este lindo nome porque escolhi vir para o Inter e não para o Flamengo. O Mengo tinha Zico, Adílio, Tita, Junior, mas eu queria jogar com o Falcão, Mário Sérgio, Valdomiro e ser treinado pelo Ênio Andrade. Disse isso para uma rádio do Rio e os caras começaram a me chamar de Bira Burro. Nem me importei porque tinha um medo enorme. Com 23 anos, eu mal sabia assinar o meu nome e nunca tinha saído de Belém. Imagina, eu só tinha jogado no Remo e, de repente, todo mundo me queria!” 

 Em baixo, da esquerda para a direita o Bira é o terceiro
O Aldo: Nas Laranjeiras foi Campeão Brasileiro em 1984, e Tricampeão Carioca em 1983, 1984 e 1985. Ele jogou ao lado de jogadores como Paulo Vítor, Duílio, Ricardo Gomes, Renato, Jandir, Delei, Romerito, entre outros. Ele disse que o Fluminense era a sua segunda casa e que procurou justificar o investimento feito pela diretoria na sua contratação.
 
Aldo é o primeiro, em pé, da esquerda para a direita
Depois das entrevistas os astros do futebol rumaram para a “calçada da fama”, ali mesmo lateral à casa paterna do Bira. Quis ir lá tietar a turma, mas passava mal, não podia sair de casa.
O Bira soube disso, amigo bom que me tem sido tanto quanto o Aldo, ontem vieram à minha casa, visitar-me e tratar de política. Gostei muito! 
Em sendo domingo servi-lhes uma cervejinha.
Aldo é candidato a Vereador por Macapá, concorre pelo PCdoB, com o numero 65444. Pelo que nos representa deveria ganhar a eleição, entre outros é um grande ídolo da nossa gente tucuju e da nação tricolor Brasil e mundo a fora. 
Camilo, meu neto é bom de bola, nossa expectativa é de que Aldo lhe abra portas para peneiras no futebol carioca, e Bira no Internacional de Porto Alegre. Depois... ENEM.
Até hoje é grande nome no âmbito do Fluminense, em mesma proporção que o é no Internacional e no Remo o seu irmão Bira. Fez ótima campanha, torço por sua vitória. É muito digno representante do povo amapaense.