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sexta-feira, maio 03, 2013

ANTES DE NASCER



Como se pode observar nesse documento (que já foi refeito) nasci e fui batizado antes mesmo de nascer. Eu mesmo tomei conhecimento desse fato somente em 2008, quando minha mãe enviou a mim o documento. Em 2010 prouramos o escritório paroquial em Volta Grande para as devidas correções, visto que sou de 15 de janeiro de 1952.
De certa forma até fiquei vaidoso desse erro porque em tudo corrobora minha vida na Igreja Católica, especialmente marcada pela orientação de dois padres José: Padre José Batista Damião em Minas Gerais e Padre José Buzatto em Macapá. Inedelével, também, a participação das freiras dominicanas na minha educação religiosa. Tudo isso de enorme valia na minha vida atual.  

quarta-feira, maio 01, 2013

VOLATILIDADES.



Curiosidade: existe mesmo uma base parlamentar de sustentação do governo Camilo Capiberibe na Assembléia Legislativa? Sustentável ou de ocasião veio de onde e de que?
A crise governo-educação só aumenta, no dia de hoje os professores reunidos na sede social campestre endureceram o jogo: querem a revogação da lei de incorporação da regência de classe. Se não, vão à greve.
Quase impossível saber quais 13 deputados votaram o projeto do Executivo, pivô da crise. Sabe-se que Marilia Góes, Charles Marques e Eider Pena votaram contra. Junior Favacho presidiu a Mesa, se a favor ou contra é sua prerrogativa revelar.
Mais uma vez é turvo o panorama político/administrativo no Amapá, o momento é de cautela: governo diz que a coisa corre bem enquanto os trabalhadores endurecem.
Voltamos a ver nos supermercados carrinhos cheios quase todos, parece que as pessoas voltaram a fazer compras mensais, porém, com total e inquestionável predomínio de gêneros de primeira necessidade. O que não é (ainda) sinal de pobreza, mas de alerta.
O caso a pensar é o seguinte: onde exatamente conflita o discurso otimista do governo e o carrinho de compras do trabalhador cheio do estritamente necessário para a alimentação da família?
Justamente na Assembléia Legislativa e no Congresso Nacional aonde atuam deputados e senadores em defesa do Amapá apoiando ou não o governo do estado.
Indiscutível o quanto é (continua) essencial o dinheiro público na economia local. Quanto mais salário queiram e consigam os servidores públicos maior sua contribuição para o bem comum interno. O salário é sim parte significativa na economia estadual.
Daqui a pouco começa o processo eleitoral 2014, tempo de se discutir a participação dos políticos na vida recém pretérita e futura: onde eles realmente importam para o cidadão, dentro das suas casas parlamentares (para os seus grupos) ou fora delas (para o publico)?
Não raro o estado se mete na vida do cidadão sem o menor cuidado, como não raro não se mete onde e como devia. O estado faz discursos: governador, senador, deputado, prefeito, vereador, ministro, desembargador, secretário de estado... são vozes constitucionais do estado.
Por que não ouvi-los? Muitas vezes o cotidiano das ruas e dos lares está refletindo “guerras” partidárias.
Não está bem claro, ainda, que vozes a seu favor reflete o governador Camilo quando constrói os seus discursos. Mas é claro o que ele excetua desses discursos: o que Sarney e Eider tão falando dos seus projetos em execução no estado.
Tudo bem que oposição é oposição, mas onde se incorpora no discurso do governador o que andam dizendo e fazendo os senadores João Capiberibe e Randolf Rodrigues? Ambos são destacados políticos “nacionais”, respeitados pelo que falam para “fora”. Não estariam eles fazendo ou agindo para “dentro”? De igual forma não fazem e agem os deputados federais?
Portanto, qual o tamanho real da base de sustentação parlamentar do governo Camilo?
Essa informação pode pacificar o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amapá.