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terça-feira, julho 24, 2012

MENSALÃO? QUE MENSALÃO?


19/09/2009 - 08h58
Justiça condena Toffoli a devolver R$ 420 mil aos cofres do Amapá
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JOÃO CARLOS MAGALHÃES
da Agência Folha, em Belém
Hoje na FolhaIndicado pelo presidente Lula para o STF (Supremo Tribunal Federal), José Antonio Dias Toffoli foi condenado pela Justiça do Amapá no último dia 8, juntamente com outras três pessoas, a devolver R$ 420 mil ao Estado sob a acusação de ter ganho licitação supostamente ilegal em 2001 para prestar serviços advocatícios ao governo estadual. Se atualizado, o valor chega a R$ 700 mil.
A decisão de primeira instância respondeu a uma ação popular e entendeu que, além de Toffoli, Luís Maximiliano Telesca (então seu sócio em um escritório de advocacia), João Capiberibe (do PSB, governador do Amapá à época) e João Batista Plácido (que era procurador-geral do Estado) participaram de um procedimento licitatório "eivado de nulidade".  
Toffoli -hoje advogado-geral da União- e seu então sócio foram contratados para defender o governo do Amapá em ações que tramitavam nos tribunais superiores, em Brasília.
O valor total a ser ressarcido foi o quanto o escritório deles ganhou em um ano para executar o serviço --eram pagamentos mensais de R$ 35 mil.
A ação popular foi movida por um ex-governador do Amapá, Annibal Barcellos, inimigo político de Capiberibe e que abandonou a carreira política. Apesar de a ação ter sido iniciada em 2002, a decisão só saiu há dez dias -quando a indicação de Toffoli já era cogitada. 





segunda-feira, julho 23, 2012

O TEMPO


Todos já ouvimos dizer que nada se leva dessa vida, que menor valor tem as coisas materiais ante o verdadeiro sentido da vida, que a única certeza é a morte e tanto mais de cunho filosófico popular que povoam nossa existência. Importante prestar atenção nisso.
Igualmente importante usufruir dos prazeres da vida, conquistar, dominar, aprender, conhecer, usar ao extremo a liberdade de viver. Mas o algo mais importante, fora do seu domínio e que portanto não lhe pertence, que precisa do melhor cuidado possível: o tempo.
 
O tempo é a medida a eternidade; nada é mais curto, pois que falta a todos os nossos projetos; nada mais lento para quem espera; nada mais rápido para quem desfruta a vida; estende-se, em grandeza, até o infinito; divide-se, até o infinito, em pequenez; todos os homens o negligenciam; todos lhe lamentam a perda; nada se faz sem ele; faz esquecer tudo o que é indigno da posteridade; imortaliza as grandes coisas.